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O desenvolvimento de medicamentos de origem vegetal é uma das prioridades de Farmanguinhos/Fiocruz. Alinhada com a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, aprovada em 2006 pelo Governo Federal, a unidade busca contribuir para o uso sustentável da biodiversidade brasileira na produção de fármacos nacionais.

Além de diversas pesquisas em andamento em seus laboratórios, o Instituto lidera o projeto Redes Fito. Coordenada pelo Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS), a iniciativa visa articular todos os atores sociais envolvidos na produção de fitomedicamentos (pequenos agricultores, pesquisadores, grande indústria) para promover a inovação na produção, em uma iniciativa pioneira no país.

O Redes Fito reúne os seis biomas brasileiros: Amazônia, Mata Atlântica (RJ e SP), Caatinga, Cerrado, Pampa e Pantanal. Para mais informações, confira o site do projeto: http://redesfito.far.fiocruz.br/

Projeto Profito

Um dos biomas do Redes Fito, a Mata Atlântica interage com um projeto sócio-ambiental que promete revolucionar a vida de seus participantes. É o Profito, iniciativa que tem como objetivo cultivar plantas medicinais nas comunidades da região do Parque Estadual da Pedra Branca, no Rio de Janeiro. A meta é oferecer alternativas de desenvolvimento sustentável com estímulo à produção local através de capacitação dos produtores agrícolas.

O projeto, que começou em 2006 e tem duração de seis anos, conta com a participação de três associações de agricultores e tem como público alvo 150 produtores da região. Em 2010, os trabalhadores passarão pela etapa de aprimoramento técnico e capacitação na área de produção agroecológica, beneficiamento e comercialização de plantas medicinais.