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Concluída fase de análise de documentação técnica

Dois fabricantes estão aptos para a segunda fase da Chamada Pública 09/2016 – Celulose Microcristalina e Carboximetilcelulose


Em referência à Chamada Pública nº 09/2016-FAR, processo nº 25387.000148/2016-80, a Comissão de Padronização de Insumos Farmacêuticos Ativos, Excipientes  e Materiais de Embalagem, nomeada pela Portaria nº 22/2016-DIR, de 07 de Julho de 2016, no uso de suas atribuições, faz saber que,  no dia 28 de Março de 2017, foi concluída a fase de análise da documentação técnica, estando aptos  a seguir para a segunda fase, referente aos insumos Celulose Microcristalina e Carboximetilcelulose, os seguintes fabricantes: BLANVER FARMOQUÍMICA LTDA. e J. RETTENMAIER LATINOAMERICANA LTDA. Não acudiram interessados para o insumo Goma Xantana. Inicia-se na data de publicação deste, a fase de análise das amostras.”

Comissão de Padronização de Ativos, Excipientes e Material de Embalagem

Definidos os candidatos a diretor de Farmanguinhos/Fiocruz e o Colégio Eleitoral

O Conselho Deliberativo do Instituto de Tecnologia em Fármacos (CD-Far) homologaou as candidaturas a diretor da unidade e o Colégio Eleitoral


 

 

A Comissão Eleitoral de do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) comunica que o Conselho Deliberativo da unidade (CD-Far), em reunião realizada nesta quarta-feira (5/4/17), homologou os seguintes candidatos para a eleição de diretor da unidade 2017/2021:

 

Jorge de Souza Mendonça

José Alarcon Gonçalves

Luiz Alberto Simões dos Santos

Lícia de Oliveira

 

A Comissão Eleitoral informa ainda que o Conselho Deliberativo homologou também o Colégio Eleitoral (eleitores aptos a votar). Clique aqui e confira a lista.

 

Comissão Eleitoral de Farmanguinhos – eleicao2017@far.fiocruz.br

 

Quatro candidatos à Direção de Farmanguinhos

Os nomes foram anunciados nesta sexta (31/3), durante a Assembleia Geral Extraordinária que debateu outras questões referente ao tema

 

 

Na manhã desta sexta-feira (31/3), os trabalhadores do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) participaram da Assembleia Geral Extraordinária, que teve como pauta o processo eleitoral da unidade. No encontro, o presidente da Comissão anunciou os nomes dos quatro candidatos que concorrerão à Direção, de acordo com a ordem de inscrição: Jorge de Souza Mendonça, José Alarcon Gonçalves, Luiz Alberto Simões dos Santos, Lícia de Oliveira.

 

Durante a Assembleia, a Comissão explicou a necessidade de prorrogar o prazo de inscrição até 30/3, às 17h. O motivo, segundo o presidente Marcelo Albuquerque, foi dar ampla divulgação do processo eleitoral respeitando os princípios da publicidade e razoabilidade. Desfeito o mal-entendido, os trabalhadores presentes ao auditório do Prédio 20 do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) deliberaram pela ratificação desse prazo pelo dia mencionado. As demais datas, no entanto, serão mantidas sem alterações. Clique aqui e acesse o Calendário Eleitoral.

 

A Comissão divulgou o Colégio Eleitoral. Clique aqui e acesse a relação.

 

Para esclarecer dúvidas, fazer sugestões ou reclamações, entre em contato com a Comissão Eleitoral por e-mail eleicao2017@far.fiocruz.br ou pelos telefones (21) 3348-5280 (Marcelo Albuquerque) e (21) 3348-5257 (Jacob Portela).

 

 

 

 

Simpósio Internacional de Farmanguinhos

Abordagem sobre desafios e novas tecnologias  na descoberta de drogas e produção farmacêutica.

O 4º CNTP visa a discussão de experiências bem-sucedidas dentro de uma plateia interessada em levar sua pesquisa e desenvolvimento de produto para o próximo nível.

 

Fundo japonês investe no Consórcio Praziquantel Pediátrico

Os recursos serão destinados aos estudos clínicos de fase 3 do medicamento que deverá ser produzido por Farmanguinhos


 

O Fundo Global de Tecnologia Inovadora (GHIT, na sigla em inglês), parceria público-privada japonesa formada para combater doenças infecciosas em todo o mundo, anunciou nesta semana 11 novos investimentos para estudos em doenças negligenciadas. Ao todo, serão cerca de US$ 23 milhões para ajudar a fornecer uma gama de terapias inovadoras. Um dos beneficiados é o Consórcio Praziquantel Pediátrico, projeto do qual o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) participa e que visa ao desenvolvimento de medicamento mais amigável para as crianças infectadas pela esquistossomose.

 

De acordo com informações publicadas na página do Fundo GHIT na internet, a entidade investirá US$ 4,7 milhões no projeto Praziquantel (PZQ) pediátrico.  Esses recursos apoiarão um ensaio clínico de Fase 3, que será realizado na África, a fim de avaliar o medicamento em crianças de três meses a seis anos. Desde a década de 1970, o padrão ouro de tratamento para a doença tem sido uma única dose oral de PZQ usado para tratar adultos e crianças em idade escolar. Mas as crianças menores de cinco anos infectadas com a esquistossomose não são tratadas com PZQ sob a política atual.

 

Outro fator preocupante é que os dados sobre o tratamento dessas crianças têm sido escassos e insuficientes para definir e confirmar a melhor dosagem. Além disso, os comprimidos atuais têm um sabor amargo e seu tamanho grande torna difícil ou simplesmente impossível para as crianças pequenas engolirem-no. Além de apresentar eficácia, a formulação que vem sendo desenvolvida pelo Consórcio Praziquantel Pediátrico é menor, mais palatável, e poderá ser administrada em crianças de apenas três meses.

 

O Consórcio é uma parceria público-privada internacional sem fins lucrativos envolvendo Astellas Pharma Inc. (Japão), Lygature (Holanda), Merck KGaA (Alemanha), o Instituto Suíço Tropical e de Saúde Pública, Simcyp Limited (Reino Unido), a Schistosomiasis Control Initiative (SCI, Reino Unido), e Farmanguinhos (Brasil).

 

O Fundo japonês já investiu anteriormente no projeto, mais precisamente na etapa de estudo clínico de Fase 2, realizado em 2015 e 2016. Se for bem-sucedido, o ensaio de Fase 3 vai pavimentar o caminho para revisão regulamentar e pré-qualificação pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que iria torná-lo disponível a um preço acessível.

 

De acordo com informações divulgadas pelo Fundo GHIT, este ensaio clínico é uma das parcerias mais avançadas que conta com apoio financeiro da entidade.

 

Inovação – O GHIT é uma organização que combina a liderança histórica do Japão em saúde global e inovação com pesquisa de ponta em todo o mundo. O Fundo GHIT também está fazendo novos investimentos em duas candidatas a vacinas contra a malária. Além disso, investe para acelerar pesquisas voltadas para novos tratamentos medicamentosos para a malária, dengue, doença de Chagas, criptosporidiose e leishmaniose.

 

“Estamos chegando a uma fase emocionante em que a abordagem do GHIT para parcerias e desenvolvimento de drogas e vacinas está começando a produzir um progresso tangível em direção à implantação do produto que poderia eventualmente levar a descobertas revolucionárias”, disse o diretor-executivo do Fundo, BT Slingsby.

 

“Sabíamos que combinar a riqueza de talentos e de pesquisa biomédica e capacidades farmacêuticas do Japão com os principais especialistas em doenças infecciosas, perto e longe, seria provavelmente uma combinação vencedora e isso foi validado pelo progresso que estamos vendo através de uma rica diversidade de projetos”, acrescentou o diretor.

 

 

Febre do caracol – A esquistossomose é também conhecida como “febre de caramujo”, porque é transmitida por caramujos de água doce, que levam à doença aguda e crônica. É causada por vermes parasitas e geralmente a contaminação ocorre a partir do contato com água infestada.

 

A doença é endêmica em 78 países em desenvolvimento e, segundo a OMS, mais de 261 milhões de pessoas, incluindo 100 milhões de crianças, foram infectadas com esquistossomose em 2015. Cerca de 90% das infecções ocorrem na África, onde a água segura é muitas vezes escassa.

 

Embora raramente fatal, se não for tratada, a doença pode causar anemia, crescimento atrofiado, capacidade de aprendizagem prejudicada e inflamação crônica de órgãos vitais.

 

As crianças mais jovens estão em maior risco, mas o medicamento existente é tão amargo e difícil de engolir que as crianças muitas vezes não são tratadas, ficando expostas a sérios problemas de saúde e aprendizagem ao longo da vida.

 

 

Visite o site do Fundo Global de Tecnologia Inovadora (GHIT) e saiba mais sobre outros investimentos, como os projetos para o desenvolvimento de vacina contra malária, por exemplo.

 

 

(Com informações do Fundo Global de Tecnologia Inovadora)

 

 

 

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