Autor: Viviane Oliveira (Página 70 de 84)

Resultado da Chamada Pública 11/2016 de álcool etílico 96%

A Comissão divulga o resultado da segunda fase, análise das amostras, cujo resultado não acudiu fabricantes aprovados


A Comissão de Padronização de Insumos Farmacêuticos Ativos, Excipientes  e Materiais de Embalagem, no uso de suas atribuições, faz saber que,  foi concluída a segunda fase (análise das amostras), cujo resultado não acudiu fabricantes aprovados. O Parecer Técnico referente aos resultados encontra-se nos autos do processo para consulta. Inicia-se o prazo de 05 (cinco) dias úteis para interposição de recursos, a contar da data de publicação desse resultado no Diário Oficial da União – D.O.U.

 

SHIRLEY TRAJANO

Comissão de Padronização

Gasto com saúde e ciência é investimento, diz presidente da Fiocruz

Em entrevista ao Estado, Nísia Trindade Lima comentou ainda sobre a importância de incluir a vacina de febre amarela na política nacional de imunização


GENEBRA – Gastos com saúde, ciência e tecnologia não são gastos, mas investimentos. Quem faz o alerta é a nova presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Nísia Trindade Lima. Primeira mulher a comandar a fundação em 116 anos de história, a gestora está nesta semana em Genebra para encontros na Organização Mundial da Saúde (OMS). Em meio ao debate sobre cortes orçamentários no governo de Michel Temer, Nísia sai em defesa da manutenção do Sistema Único de Saúde e de políticas que possam permitir ao Brasil desenvolver ciência, principalmente no campo médico.

Em entrevista ao Estado, ela ainda admitiu que a febre amarela não justifica uma corrida pela vacinação. Mas aponta que, de forma progressiva, a vacina contra a doença terá de entrar na carteira de vacinação e deverá ser incluída na política nacional de imunização. Para ela, porém, a inovação tem de ocorrer paralelamente ao tratamento de esgoto e a uma política de saneamento nacional.

Eis os principais trechos da entrevista:

Doenças tropicais como dengue, febre amarela e outras continuam a afetar o Brasil. O que pode ser feito para agir de forma mais eficiente?

Trata-se de um problema complexo que precisa ser respondido em várias frentes. A dengue afeta o Brasil há 30 anos e é uma das grandes preocupações. Mas precisamos associar uma política de saneamento, que é fundamental, com novas tecnologias de controle dos vetores. A política de saneamento é um dos grandes problemas enfrentados pelo Brasil. O que é ainda muito importante é um diagnostico preciso e nisso a Fiocruz tem liderado.

O Brasil pediu para usar estoque. Vacinar a população toda é uma boa solução ou deve ser um ato mais focado?

Alguns especialistas têm dito já há algum tempo o foco geográfico está progressivamente sendo revisto. Essa que é a questão. Não é uma emergência sanitária, pela própria característica da doença. Os focos são silvestres. Não se dão em área urbana, o que levaria a uma ação mais focada. Mas o fato é que hoje há uma grande circulação entre ambientes e há uma mudança nas áreas de matas. O desmatamento provoca uma consequência nas populações de macacos. Portanto, é um conjunto de fatores que exige um monitoramento permanente. A chave é adequando as estratégias de vacinação a isso. A tendência é que aquela faixa da população que ficava fora do campo de vacinação cada vez seja mais estreita. Não é uma política de emergência e não justifica um pânico, uma corrida em massa para a vacinação. Mas todos os especialistas e o Ministério da Saúde é para uma ampliação progressiva da vacinação.

Mas na avaliação da senhora seria bom uma vacinação da população inteira de alguns Estados?

Não é uma medida necessária e vários especialistas apontam isso. Mas o que se propõe também é uma progressiva ampliação da carteira de vacinação e incluir a vacina da febre amarela na política de imunização.

Mas o Brasil tem a capacidade de produzir vacina para abastecer suas necessidades? O governo acaba de recorrer aos estoques da OMS.

Historicamente, tivemos essa capacidade. Não apenas atendíamos ao Brasil, mas exportávamos. Nesse aumento, com o aumento da demanda, o que estamos fazendo é aumentar de maneira muito intensa essa produção e estamos em discussão com Ministério da Saúde para ampliar a produção atual. Hoje, já praticamente o dobro de uma capacidade que existia há dois anos. Foi algo muito intenso e a ideia é de que possamos produzir 70 milhões de doses, contra um total hoje de 30 milhões.  Isso pode ser feito até 2018.

As limitações orçamentárias impostas pelo governo afetam a Fiocruz e esses planos?

É muito importante um orçamento assegurado para as ações de saúde. No caso da febre amarela, o compromisso do Ministério da Saúde é com continuidade do financeiro, dada a importância nacional. Mas eu diria que essa é a resposta desse momento. É importante também pesquisas que permitam o próprio aperfeiçoamento da vacina e também suporte para a atividade de pesquisa para o conjunto de problemas que afetam o Brasil, tanto as doenças negligenciadas, como outros problemas. Tudo isso requer recursos e, por isso, nós na Fiocruz, sempre temos uma linha de afirmar a importância de que as populações não sejam negligenciadas e também que tenhamos uma visão do gasto em ciência e tecnologia, do gasto em política social não como gasto, mas como investimento para o País.

Mas a senhora a está preocupada com eventuais cortes no setor da Saúde?

Sim, com certeza. Temos trabalho na linha da defesa, não apenas da instituição, mas do Sistema Unido de Saúde e da política de ciência e tecnologia.

A senhora esteve com a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. O que existe entre a Fiocruz e a entidade para o futuro?

Podemos reforçar a colaboração para o futuro, tanto na área de doenças tropicais como pensando na resistência microbiana. Discutimos muito o fortalecimento do papel do Brasil e da Fiocruz no sistema de inovação global e a cooperação com os países africanos.

Presidente da Fiocruz debate na OMS com transmissão ao vivo

Nísia Trindade Lima participa nesta quarta (19/4) do Encontro de Parceiros Globais da Organização Mundial da Saúde sobre Doenças Tropicais Negligenciadas, na sede da OMS, em Genebra

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, participa na manhã desta quarta-feira (19/4) do Encontro de Parceiros Globais da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs), na sede da OMS, em Genebra.

Às 10h30 de Brasília, Nísia integrará o painel Cobertura de saúde universal e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A OMS transmite ao vivo, por meio do link https://www.who.int/neglected_diseases/global-partners-meeting/live-streaming/en/.

No painel de abertura do evento, a presidente da Fundação disse que é “importante pensar em populações negligenciadas, mais do que em doenças negligenciadas. O setor sanitário precisa atuar em coordernação com outros setores, garantindo acesso gratuito a serviços de qualidade, que levem à promoção e à educação da saúde. Temos que pensar a relação entre o setor público e o da saúde como um jogo em que todos ganham. Colaboramos em muitas áreas em termos de pesquisa para inovação, e somente assim conseguiremos atingir o objetivo deste encontro de ‘colaborar, acelerar e eliminar’ as doenças negligenciadas”.

Além de Nísia, participarão do painel a diretora-geral da OMS, Margareth Chan; o copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates, Bill Gates; a embaixadora brasileira em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevêdo; e o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, entre outros.

O evento, que incluirá o lançamento do 4º Relatório da OMS sobre Doenças Tropicais Negligenciadas, fará um balanço dos avanços na área na última década, e planejará ações que podem ser tomadas pela comunidade internacional após 2020.

Clique aqui para ler a matéria completa na Agência Fiocruz de Notícias, ou por meio do link https://goo.gl/3Qfd1H

Chamada pública 10/2016 para fosfato de oseltamivir

Análise de amostras foi concluída com aprovação de dois fabricantes para seguir adiante na terceira fase do processo


Em referência à Chamada Pública nº 10/2016-FAR, processo nº 25387.000326/2016-46, a Comissão de Padronização de Insumos Farmacêuticos Ativos, Excipientes e Materiais de Embalagem, nomeada pela Portaria nº 22/2016-DIR, de 07 de Julho de 2016, no uso de suas atribuições, faz saber que, no dia 07 de Abril de 2017, foi concluída a sua segunda fase (análise de amostras), sendo aprovadas as amostras dos seguintes fabricantes: PRODUTOS ROCHE QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS S.A e MSN PHARMACHEM PRIVATE LIMITED. Estes fabricantes estão aptos a seguir para a terceira fase do processo.

 

Concluída fase de análise de documentação técnica

Dois fabricantes estão aptos para a segunda fase da Chamada Pública 09/2016 – Celulose Microcristalina e Carboximetilcelulose


Em referência à Chamada Pública nº 09/2016-FAR, processo nº 25387.000148/2016-80, a Comissão de Padronização de Insumos Farmacêuticos Ativos, Excipientes  e Materiais de Embalagem, nomeada pela Portaria nº 22/2016-DIR, de 07 de Julho de 2016, no uso de suas atribuições, faz saber que,  no dia 28 de Março de 2017, foi concluída a fase de análise da documentação técnica, estando aptos  a seguir para a segunda fase, referente aos insumos Celulose Microcristalina e Carboximetilcelulose, os seguintes fabricantes: BLANVER FARMOQUÍMICA LTDA. e J. RETTENMAIER LATINOAMERICANA LTDA. Não acudiram interessados para o insumo Goma Xantana. Inicia-se na data de publicação deste, a fase de análise das amostras.”

Comissão de Padronização de Ativos, Excipientes e Material de Embalagem

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