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Fiocruz inaugura novo centro de produção de insumos para o SUS

Aumenta capacidade de fornecimento de produtos, como Protótipos, Biofármacos e Reativos para Diagnóstico, e supre lacuna na cadeia de inovação, com otimização dos processos

 

A Fundação Oswaldo Cruz inaugurou na última sexta-feira (9/12) o Centro Henrique Penna – Protótipos, Biofármacos e Reativos para Diagnóstico do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). Com investimento de R$ 478 milhões, o Centro permitirá incorporar tecnologias inéditas, ampliando a capacitação tecnológica e a produção de insumos estratégicos no Brasil.

 

No Centro também funcionarão modernos laboratórios para produção de Reativos para Diagnóstico in vitro (IVDs). A concepção integrada permitirá melhor articulação das várias atividades de desenvolvimento tecnológico e produção, racionalização das operações e utilidades industriais.

 

Instalações permitem a ampliação da oferta dos kits para diagnósticos, inclusive para zika (Foto: Peter Ilicciev - CCS)

Instalações permitem a ampliação da oferta dos kits para diagnósticos, inclusive para zika (Foto: Peter Ilicciev – CCS)

A área de Reativos para Diagnóstico in vitro abriga modernas plataformas tecnológicas para produção de testes em grande escala, com capacidade de 20 milhões de reações/ano e será a primeira a operar no Centro, seguida pelas de biofármacos e, posteriormente, pela planta piloto.

 

Destaque para as novas plataformas de multitestes rápidos, DPPs, testes moleculares, multitestes com base em microarranjos líquidos e testes de imunofenotipagem. As instalações permitem a ampliação da oferta dos kits para diagnósticos – dentre eles, os kits de diagnóstico rápido para zika, o Kit Molecular ZDC (diferencial para zika, dengue e chikungunya) e o Kit NAT, que detecta HIV, HCV e HBV nas bolsas de sangue transfusional da hemorrede brasileira.

Inovação para o Complexo Econômico-Industrial da Saúde – No empreendimento, funcionará uma Planta Piloto. Concebida para o desenvolvimento baseado em bactérias, leveduras e células eucarióticas, ela é a primeira da América Latina a se tornar operacional e com sistemas independentes para atividades upstream e downstream, que convergem para uma área de formulação, envase e liofilização de lotes experimentais para escalonamento da produção ou estudos clínicos em condições de Boas Práticas de Fabricação (BPF).

 

O Centro faz a ligação entre o desenvolvimento tecnológico e a produção e, através dele, Bio-Manguinhos/Fiocruz poderá prestar serviço a outros laboratórios, públicos e privados, fortalecendo a cadeia de inovação brasileira.

Além disso, o Centro possui duas plantas para a produção de biofármacos, nas plataformas de células chinese hamster ovary (CHO) e Escherichia coli recombinante. Ambas são flexíveis e possuem capacidade para a introdução de novos biomedicamentos.

 

Na plataforma CHO, será inicialmente produzida a Alfaepoetina, usada no tratamento de anemia em portadores de insuficiência renal crônica, anemia em pacientes com aids submetidos ao tratamento com zidovudina (AZT) e de pacientes oncológicos em tratamento quimioterápico.

 

Novo empreendimento ampliará acesso da população a produtos biotecnológicos estratégicos (Foto: Peter Ilicciev - CCS)

Novo empreendimento ampliará acesso da população a produtos biotecnológicos estratégicos (Foto: Peter Ilicciev – CCS)

Na plataforma E.coli recombinante, serão incorporados biofármacos que fazem parte da carteira de PDPs de Bio-Manguinhos/Fiocruz, como a Filgrastima (usada para tratar efeitos colaterais para pacientes de câncer) e a Somatropina (para tratar deficiência do crescimento).

 

O Centro Henrique Penna evidencia o esforço da Fiocruz pelo fortalecimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde e eleva o protagonismo da instituição na produção e ampliação de acesso da população a produtos biotecnológicos estratégicos.

Por sua importância no aumento da capacidade produtiva e por permitir a prestação de serviços tecnológicos para outros laboratórios e a todo o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), o Centro Henrique Penna contou com aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para os equipamentos da Planta Piloto e o sistema de ar-condicionado de todo o empreendimento. Já a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) colaborou com recursos para a planta piloto.

Henrique Penna – Henrique de Azevedo Penna nasceu no Rio de Janeiro em 1901, formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro) e frequentou os Cursos de Imunidade, Bacteriologia, Micologia e Zoologia Médica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), recebendo esses certificados de Carlos Chagas, em 1929. A competência do cientista foi fundamental para a produção brasileira da vacina 17DD de febre amarela, consolidada no IOC/Fiocruz.

 

 

 

 

Saúde investe R$ 443 milhões em biotecnológicos

Fiocruz produzirá dois dos cinco medicamentos: um oncológico e um hormônio do crescimento. Iniciativa atenderá ainda pacientes com artrite, doenças autoimunes e neutropenia

 

Com informações da Agência Saúde / Gabriela Rocha

O Ministério da Saúde irá investir cerca de R$ 443 milhões por ano para a transferência de tecnologia e aquisição de cinco medicamentos biológicos. As novas Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP) foram anunciadas nesta quinta-feira (8), durante a 12ª reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS), irão diminuir o custo dos medicamentos e incentivar a produção nacional. Ao todo, são cinco medicamentos, dois dos quais serão produzidos pela Fiocruz: o oncológico filgrastima, e o hormônio do crescimento samatropina.

Além do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), outros três laboratórios serão responsáveis pela produção dos novos medicamentos após o processo de transferência de tecnologia. A lista  de produtos biotecnológicos é composta ainda por adalimumabe e infliximabe (artrite reumatoide) e Rituximabe (oncológico).

De acordo com o Ministério da Saúde, esses itens já fazem parte do rol de produtos distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, todos biológicos representam apenas 4% da quantidade distribuída pelo SUS e 51% do orçamento da compra.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, ressaltou a importância no investimento em novas tecnologias. “A indústria nacional tem crescido muito no setor saúde. Os laboratórios oficiais terão os recursos necessários para sua atualização e produção de novos medicamentos e produtos. Nosso interesse é comprar o tratamento completo para a população, não apenas medicamentos”, destacou.

Além das novas parcerias, o ministro anunciou o lançamento do edital para transferência de tecnologia de radioterapia. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (8). As capacitações, que fazem parte do Plano de Expansão da Radioterapia no SUS, darão oportunidade para Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) adquirirem conhecimento nas áreas de desenvolvimento e operação de softwares para planejamento 3D, softwares embarcados nos aceleradores lineares e eletronic portal imagining device.

A cooperação será com Varian Medical Systems, empresa contratada pela pasta para execução da ampliação do atendimento oncológico no país. Ao todo, cerca de R$ 500 milhões foram investidos para a aquisição de 80 aceleradores lineares, além da realização de projetos e obras. O Ministério da Saúde estuda a aquisição de outros 20 equipamentos por meio de aditivo ao contrato, firmado em 2014 para a compra dos 80 aparelhos.

Outra iniciativa é a criação de cinco Grupos de Trabalho para discussão de temas relevantes para o complexo industrial. Entre os assuntos estão a revisão do marco regulatório da área; tributos e relações bilaterais; planos de expansão da radioterapia; rotas tecnológicas e propriedade intelectual. As reuniões iniciam em 2017 e, além do Ministério da Saúde, participarão Casa Civil, Ministério do Desenvolvimento, ANS, Anvisa, Fiocruz, associações representantes da indústria, entre outros.

Também foi apresentado o projeto de formulário eletrônico para envio de propostas das PDP. A nova ferramenta, que deve estar disponível na próxima rodada de negociações, trará mais agilidade, uniformidade e segurança ao processo. Essa padronização será tanto no preenchimento das propostas quanto no envio e, posteriormente, em sua avaliação e acompanhamento.

Balanço – O Ministério da Saúde conta com 86 Parcerias de Desenvolvimento Produtivo vigentes, envolvendo 18 laboratórios públicos e 43 privados para o desenvolvimento de 88 medicamentos, 4 vacinas e 13 produtos da área da saúde. Com o anúncio desta quinta-feira (8), serão incorporados mais 7 parcerias ao rol já existente. As PDP têm como objetivo transferir tecnologias para a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias estratégicas para a saúde. O prazo máximo para a conclusão do projeto, com a finalização da transferência de tecnologia, será de até 10 anos.

 

 

 

Mais frutos do Mestrado Profissional de Farmanguinhos

Estudo aponta para a possibilidade de inovação farmacêutica para tratar deficiência de micronutrientes

A deficiência de micronutrientes demonstra ser ainda um problema de saúde pública em âmbito mundial. Apesar de o Brasil ter elaborado políticas públicas para mitigar o problema, alguns casos dessa absorção inadequada ainda são muito comuns no país. A carência de novos produtos pode ser uma oportunidade a ser considerada pelo setor farmacêutico, é o que aponta o estudo Micronutrientes: uma oportunidade de inovação para a Indústria Farmacêutica, realizado por Heros Teixeira Rabelo. Trata-se do tema da dissertação defendida em novembro no Mestrado Profissional em Gestão, Pesquisa e Desenvolvimento na Indústria Farmacêutica do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz).

A partir da esquerda: Marilena Correa, Paulo Bergo, Wanise Barroso, Heros Rabelo, Edmilson Migowski e Rafael Cisne de Paula (Foto: Arquivo)

A partir da esquerda: Marilena Correa, Paulo Bergo, Wanise Barroso, Heros Rabelo, Jorge Magalhães (por vídeo conferência), Edmilson Migowski e Rafael Cisne de Paula (Foto: Arquivo)

O estudo teve como objetivo apresentar os micronutrientes como uma alternativa atrativa de inovação para os Laboratórios Farmacêuticos. Dessa forma, foi realizada uma busca em diferentes bases de dados, tais como revistas indexadas, artigos nacionais e internacionais, guias específicos da área e de sociedades médicas, bem como documentos governamentais, publicações e legislações do setor público. O autor usou ainda documentos de um laboratório nacional privado.

Heros Rabelo foi orientado pela pesquisadora Wanise Barroso. A Banca de defesa contou com especialistas, tendo como avaliadores titulares os doutores Edimilson Ramos Migowski (professor adjunto, doutor e chefe do Serviço de Infectologia Pediátrica da UFRJ; e presidente do Instituto Vital Brazil); Paulo Bergo (docente do mestrado de Farmanguinhos); e Jorge Magalhães (coordenador e docente do curso).

“Também tivemos a honra da participação da defesa dos integrantes suplentes da banca, o Drº Rafael Cisne de Paula – diretor científico do IVB (Instituto Vital Brazil), e professor adjunto do Departamento de Morfologia da UFF (Universidade Federal Fluminense), e a Drª Marilena Correa (docente do Mestrado de Farmanguinhos e pesquisadora da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)”, explicou Wanise Barroso. “Pelo fato de o Drº Jorge Magalhães estar em serviço em Portugal, devido a um projeto que envolve a Fiocruz e uma universidade portuguesa, ele utilizou o recurso de vídeo conferência pela primeira vez em uma defesa no mestrado de Farmanguinhos”, concluiu.

O estudo revela que os micronutrientes assumem funções metabólicas em humanos e sua deficiência despercebida, conhecida como fome oculta, pode provocar doenças ou disfunções. “Estima-se que esta deficiência aflija mais de 2 bilhões de pessoas no mundo. Estudos científicos publicados nos últimos anos demonstram que pode ser particularmente grave para gestantes, idosos e crianças, cujas necessidades nutricionais de alguns micronutrientes são inviáveis de se obter através de uma dieta normal”, disse Heros Rabelo.

Heros (primeiro plano) anota atentamente as observações do apontadas por Jorge Magalhães (Foto: Wanise Barroso)

Heros Rabelo (primeiro plano) anota atentamente as observações do apontadas por Jorge Magalhães (Foto: Wanise Barroso)

No Brasil, algumas iniciativas foram colocadas em prática para tratar esse problema de saúde pública, principalmente no que tange a alimentos. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por exemplo, coordena as pesquisas em andamento sobre biofortificação de alimentos, para arroz, feijão, batata-doce, mandioca, milho, feijão-de-corda, trigo e abóbora.

De acordo com o autor, o setor farmacêutico é o mais inovador dentre todos os ramos industriais. No entanto, altos custos e dificuldades tecnológicas e regulatórias para inovações radicais têm levado as empresas do segmento a avaliarem oportunidades para inovar a partir de substâncias já conhecidas, tais como os micronutrientes. Essas substâncias são encontradas em forma de vitaminas em alimentos de diferentes origens, e até na luz solar.

Durante a realização do estudo, Rabelo constatou diversas oportunidades de inclusão de produtos no mercado. Alguns estão em fase final de desenvolvimento no laboratório onde atua como diretor de Marketing, com previsão de serem lançados dentro dos próximos seis meses.

“É importante lançar produtos inovadores utilizando-se micronutrientes em suas formulações como alternativa atraente para as indústrias farmacêuticas que desejam renovar seu portfólio de produtos. Essa alternativa é especialmente atraente para as que dispõem de recursos limitados para investimento em pesquisa e desenvolvimento”, assinalou Heros Rabelo.

 

Magia no Natal Solidário de Farmanguinhos

Mais uma vez a magia do Natal se concretizou no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos). Na tarde da última quinta-feira (8), como num toque de mágica, a área de convívio do campus se transformou num lindo espaço de sonhos, beleza e encantamento.

Cores, brilhos, músicas, alegria se misturavam com a ansiedade reinante naquele local. “Culpa” da equipe do Núcleo de Gestão Social (NGS) que junto com o time do restaurante Sombreiro criaram uma atmosfera de solidariedade para que os funcionários de Farmanguinhos pudessem doar um pouco de amor para aqueles que, às vezes, desconhecem a intensidade desse sentimento.

A convocação veio por meio da campanha Natal Solidário e, como “soldado no quartel quer trabalho”, os colaboradores da Unidade não fugiram ao chamado. Correram para apadrinhar 51 crianças da Associação Semente da Vida (Asvi), 20 da Eco Rede e quatro do Centro Social Quintanilha, todos pertencentes à Cidade de Deus.

Compactuando com essa ação conjunta, a parceira Cacau Show, por meio da Seção de Benefícios/VDGT, também participou da festa fazendo um sorteio de um kit natalino da loja.

Presentes comprados, era a hora de ver os olhinhos cintilantes dos queridos afilhados. E como foi linda a chegada deles. Entoando músicas natalinas, o Coral Vozes de Far recepcionou a petizada que ao avistarem os coloridos embrulhos gigantescos, ficaram extasiadas de felicidade, como se não acreditassem no que estavam vendo. Algazarras a parte, a meninada cantou e dançou sob o comando da percussão que vinha dos instrumentos dos integrantes do Sons de Far.

Os sorrisos, que iam de uma orelha a outra, testemunhavam a poderosa magia do Natal vivida por aquelas crianças que não cabiam em si de contentamento. Um laudo lanche natalino foi servido revigorando a energia da garotada. Mas, o momento mágico aconteceu após a entrega dos presentes pelos padrinhos. Não há palavra que descreva a emoção daquelas crianças ao verem um par de botas pretas que desciam as escadarias do Prédio 10. Podia ser de qualquer pessoa. Porém, no coração de cada uma delas, batia a certeza de que era ele sim! Papai Noel!

Aí, a gritaria tomou conta do lugar. Todas queriam abraçar o bom velhinho tentando, dessa forma, parar momento tão emocionante. Muitas fotos e selfies foram tiradas eternizando a hora tão esperada.

Realmente, foi lindo, mágico e comovente. O NGS acertou novamente!

Mas, vocês pensam que acabou? Não! Nesta sexta-feira (9), será a vez de 23 idosos assistidos pela Casa de Santa Ana, ampliarem seus sorrisos. O NGS levará para eles, também, a magia do Natal que tanto alegrou as crianças que puderam vir a Farmanguinhos.

Ah! Lembram do kit sorteado pela Cacau Show? A ganhadora foi a Ane Luize Monteiro Benásio, afilhada da colaboradora Michele Villardi, do Setor de Programas da Qualidade/CGQ.

Vejam as fotos de alguns momentos, captados por Edson Silva:

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Agradecimento do NGS – O melhor enfeite de Natal, é um belo sorriso de uma criança e o brilho no olhar de um idoso e isso foi possível com seu simples gesto de solidariedade. Aos padrinhos e madrinhas de Farmanguinhos, o nosso muito obrigado.
Tenham um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de paz, amor e solidariedade. São os votos do Núcleo de Gestão Social.

Nova Chamada Pública

O Núcleo de Gestão da Biodiversidade e Saúde (NGBS) informa que será aberta uma nova Chamada Pública, para preencher as vagas remanescentes relativas ao edital anterior do Curso de Especialização em Gestão da Inovação em Fitomedicamentos.

Inicialmente, a previsão de divulgação será na primeira quinzena de janeiro de 2017. Fiquem atentos, pois o perí­odo de inscrições será reduzido.

 

Em breve, mais informações.

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