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Por novos rumos na ciência

Nagib Nassar, 78, botânico e geneticista, doutor em genética e melhoramento de plantas, é professor emérito da Universidade de Brasília (Foto: Universidade de Brasília)

Nagib Nassar, 78, botânico e geneticista, doutor em genética e melhoramento de plantas, é professor emérito da Universidade de Brasília (Foto: Universidade de Brasília)

O botânico e geneticista Nagib Nassar, doutor em genética e melhoramento de plantas, é professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), fala sobre a administração de recursos destinados à ciência e ao desenvolvimento do Brasil. O artigo foi publicado no caderno Opinião, da Folha de S.Paulo. Confira abaixo a íntegra.


Por Nagib Nassar

No final de 2014, artigos publicados pela revista “Nature” geraram muitas lamentações na comunidade científica brasileira. Segundo ranking da prestigiosa publicação, o Brasil é um dos países com menor eficiência no gasto com ciência. O país figurou em 50º entre 53 avaliados, atrás de nações como Irã, Paquistão e Ucrânia. A lista é feita pela divisão do número de artigos publicados em 68 revistas científicas internacionais de alto prestígio pelo total de investimentos em pesquisa.

O Brasil publicou, em 2013, 670 artigos nessas revistas. O gasto com ciência e desenvolvimento aqui é da ordem de US$ 30 bilhões ao ano. O Chile, por sua vez, publicou 717 artigos, com gastos no setor de menos de US$ 2 bilhões. Esses dados indicam que há algo de muito errado na administração de recursos destinados à ciência e ao desenvolvimento no país.

Nagib Nassar, 78, botânico e geneticista, doutor em genética e melhoramento de plantas, é professor emérito da Universidade de Brasília (Foto: Universidade de Brasília)

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), agência de fomento do setor, até hoje não divulgou o número de publicações de impacto resultantes de editais milionários do governo. Infelizmente, os editais sempre geram reclamações. Muitos pesquisadores qualificados e aptos foram prejudicados por processos de análise inapropriados. Há ausência de controle de técnicos e de consultores nos editais. Por isso, não surpreende a falta de produção científica de impacto.

Entre 2012 e 2015, o CNPq lançou mais de R$ 100 milhões em editais –por exemplo, acordos de cooperação com Finlândia, Suíça e Suécia que não tiveram potencialidade de publicações de relevância. Até este momento, não sabemos o impacto socioeconômico ou a qualidade das publicações dos referidos editais.

Um caso bastante lembrado é o da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), que aprovou, entre 2005 e 2008, investimentos de R$ 49,4 milhões nas pesquisas das empresas de biotecnologia Alellyx e CanaVialis. Logo após receberem parcelas do dinheiro, as empresas, parte do grupo Votorantim, foram vendidas para a norte-americana Monsanto. A negociação recebeu críticas até do ministro de Ciência e Tecnologia da época, Sérgio Rezende.

O programa Ciência sem Fronteiras é outro exemplo de desperdício que prejudica o quadro científico nacional. Foi imposto sem qualquer consulta à comunidade científica, e as autoridades responsáveis pelo CNPq ou pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) nem tiveram a coragem de opinar.

O Ciência sem Fronteiras nada mais fez do que fortalecer programas de pesquisa e pós-graduação de institutos estrangeiros. Brasileiros foram para o exterior estudar problemas de outros países, não os da realidade brasileira. Quem o idealizou ignorou o importante papel da iniciação científica na formação do senso de cidadania.

Em seu curto mandato na presidência do CNPq (2010-2011), o físico Carlos Aragão teve uma visão ampla para remediar problemas de julgamentos superficiais de projetos milionários de editais. Tentou garantir a todos os pesquisadores o direito de concorrer, sem restrições artificiais. Infelizmente, logo que deixou o posto, tal plano foi enterrado.

Nagib Nassar, 78, botânico e geneticista, doutor em genética e melhoramento de plantas, é professor emérito da Universidade de Brasília.

De volta pra casa

Para acelerar a repatriação de dados sobre a biodiversidade brasileira, pesquisadores do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr) desenvolveram uma ferramenta capaz de recuperar todos os registros de maneira automatizada. Com isso, 850.491 novos registros foram repatriados ao SiBBr em apenas um dia. Os dados estavam no Sistema Global de Informação sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês).

O SiBBR é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para consolidar uma plataforma de dados e conteúdos sobre biodiversidade. Segundo a diretora-geral do sistema, Andrea Portela Nunes, a ferramenta foi desenvolvida para resgatar informações sobre a biodiversidade brasileira publicada em outros países. Ela cita, por exemplo, os museus de história natural da Europa e dos Estados Unidos, que possuem enormes coleções de dados sobre a flora e a fauna brasileiras.

“Quando eles informatizam esses dados e vão para o sistema lá do museu, ficamos sem ter o dado aqui. Para poder ‘puxar’ o dado para cá, normalmente fazíamos um processo manual de busca e indexação de dados, que demora bastante. A ferramenta que desenvolvemos faz isso de forma automatizada”, explica Portela, que é coordenadora-geral de Gestão de Ecossistemas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). “O sistema busca dados sobre biodiversidade brasileira em todas as bases de dados do Sistema Global de Informação sobre Biodiversidade e automaticamente faz a indexação para a nossa base de dados.”,

Desde 2014, quando começou a repatriação de dados sobre a biodiversidade brasileira, 1.608.875 registros já foram recuperados. São informações coletadas no Brasil e publicadas em 36 países. Com os dados resgatados pela nova ferramenta, o SiBBr já disponibiliza 2.459.366 ocorrências repatriadas do sistema global.

Segundo Andrea Portela, 50 mil novos registros sobre a biodiversidade brasileira são publicados por outros países mensalmente no Sistema Global de Informação sobre Biodiversidade. Ela lembra que, em novembro de 2015, o SiBBr completou um ano com 6 milhões de registros sobre a biodiversidade.

A expectativa é atingir nove milhões até o final do ano. “Temos quase dois milhões de dados que estão prontos para serem integrados ao SiBBr. Ou seja, com os 6,3 milhões que temos, chegaremos facilmente aos 9 milhões.”

Fonte: Agência Gestão CT&I, com informações do MCTIC

Brasil elimina transmissão do sarampo

O sarampo está eliminado no Brasil. O anúncio foi feito durante visita ao Brasil da presidente do Comitê Internacional de Especialistas de Avaliação e Documentação da Sustentabilidade do Sarampo nas Américas (CIE), Merceline Dahl-Regis: o último caso relatado no país foi no Ceará, em julho de 2015. A expectativa agora é que, até o final de 2016, o Brasil receba o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – e com isso ficará reconhecida a eliminação da transmissão da doença em todo o continente americano, que será a primeira região do mundo onde isso acontece. O mesmo ocorreu, em 2015, com a rubéola e a síndrome da rubéola congênita.

Dahl-Regis elogiou o trabalho integrado e exitoso do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Ceará, parabenizando todo o processo de vigilância epidemiológica realizado durante a situação. “O Ministério da Saúde, junto com a Secretaria Estadual e municipais de Saúde no Ceará, buscaram sempre agir de forma oportuna para enfrentar e garantir a interrupção da cadeia de transmissão do sarampo. Isso demonstra a eficiência do trabalho integrado feito pelo monitoramento e a vigilância dentro do Sistema Único de Saúde do Brasil”, explicou o secretário Executivo, Antonio Nardi, durante evento na Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília, onde foram discutidos também os progressos realizados no sentido de garantir a sustentabilidade da interrupção da transmissão do vírus no sarampo.

Histórico – No Brasil, o Sarampo é uma doença de notificação compulsória desde 1968. Desde 1999, a vigilância do sarampo é integrada à vigilância da rubéola, tornando oportuna a detecção de casos e surtos e a efetivação das medidas de controle adequadas.

Desde a implantação do Plano de Eliminação do Sarampo, em 2000, a doença apresentou baixa morbimortalidade. No ano 2000 foram confirmados os últimos surtos autóctones nos estados do AC e MS. A partir de 2001 ocorreram casos importados, mas sem grande magnitude e controlados pelas ações de prevenção e controle.

Também foi realizada Campanha de Seguimento contra o Sarampo em todos os municípios brasileiros no período de 08 a 28 de Novembro de 2014. Com as medidas adotadas foi constatada a interrupção da circulação do vírus do sarampo no Brasil. A partir desse cenário, particularmente nos estados de PE e CE – onde ocorreram surtos em 2013, 2014 e 2015 – foi elaborado, em 2014 o Plano de Contingência Para Resposta às Emergências em Saúde Pública para o Sarampo. Em 2015, considerando o cenário da disseminação do Zika vírus país, foi elaborado o Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia – Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional. Atualizado de acordo com as necessidades e o cenário epidemiológico.

Apesar dos grandes avanços obtidos no mundo, os surtos continuam ocorrendo mesmo em países que apresentam alta cobertura vacinal, o que requer que sejam mantidas as estratégias estabelecidas no Plano de Sustentabilidade da Eliminação do Sarampo, Rubéola e SRC e  manutenção da Comissão Nacional de Especialistas do Sarampo.

Mesmo após a interrupção dessa transmissão, é importante a manutenção do sistema de vigilância epidemiológica da doença, com o objetivo de detectar oportunamente todo caso de sarampo importado, bem como adotar todas as medidas de controle ao caso.

O Programa Nacional de Imunizações estabelece a meta de 95% da cobertura vacinal de forma homogênea em todas as localidades no município. Para avaliar e monitorar essa cobertura local, o Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC) deve ser realizado de forma sistemática, com articulação entre as equipes de vigilância epidemiológica, laboratorial e imunizações, Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e da Estratégia de Saúde da Família (ESF).

Os últimos casos autóctones de sarampo ocorreram no ano 2000 e, desde então, todos os casos confirmados no País eram importados ou relacionados à importação.

(Agência Saúde)

Medicamento tipo exportação

A formulação em Dose Fixa Combinada de Artesunato+Mefloquina foi totalmente desenvolvida por Farmanguinhos (Foto: Alex Mansour)

A formulação em Dose Fixa Combinada de Artesunato+Mefloquina foi totalmente desenvolvida por Farmanguinhos (Foto: Alex Mansour)

Farmanguinhos conta com a colaboração de seus trabalhadores para mais um desafio: pré-qualificar o antimalárico artesunato+mefloquina (ASMQ) junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). A auditoria às instalações do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) está agendada para o início de setembro (de 5 a 9). Se confirmada a aprovação, a unidade poderá ofertar o produto no mercado internacional, o que representa grande oportunidade de negócios e, consequentemente, uma importante fonte de recursos.

A formulação em Dose Fixa Combinada de Artesunato+Mefloquina foi totalmente desenvolvida por Farmanguinhos (Foto: Alex Mansour)O ASMQ é um medicamento inovador capaz de curar a malária em até três dias. Foi totalmente desenvolvido por Farmanguinhos em parceria com a Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi, na sigla em inglês). Após desenvolvimento, a unidade transferiu a tecnologia para Cipla, empresa indiana que o registrou na Índia, em 2011, na Malásia, em 2012. Além disso, a Cipla obteve, em 2012, a pré-qualificação do produto junto à OMS, o que permitiu o abastecimento no Sudeste Asiático.

Coordenadora da Gestão da Qualidade, Shirley Trajano, informa que a inspeção seguirá os mesmos trâmites das realizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anterior à conquista do certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF). “Os técnicos avaliam todo o processo de fabricação do medicamento, desde o recebimento da matéria-prima, passando por todas as etapas produtivas até o produto final. É importante continuar mantendo o nível de qualidade para conseguirmos esta aprovação, já que isto significa que Farmanguinhos poderá exportar o medicamento para outros países”, frisa.

Estratégia internacional – Desde 2012, Farmanguinhos tem feito ainda doações a alguns países da América Latina cujas populações sofrem com a doença. Além de contribuir no combate à malária nessas nações, o tratamento eficaz é uma estratégia de registrar o medicamento nesses países. A entidade já o reconhece como importante instrumento contra a malária, ao passo que o incluiu na sua Lista de Medicamentos Essenciais, tanto na versão para adultos quanto infantil.

Todo este cenário favorável precisa ser endossado pela já reconhecida política interna de qualidade. Neste sentido, Shirley ressalta que a equipe está absolutamente comprometida, mas a dedicação deve ser premissa de todas as áreas de Farmanguinhos. É imprescindível que cada um dos envolvidos, direta ou indiretamente, na cadeia produtiva do ASMQ faça sua parte para que 2016 termine com esta conquista que representará um futuro mais próspero para a instituição.

Reunião da equipe – Diante disso, nesta segunda-feira (20/6), encontro na Sala de Conferência do Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM), foi definida a equipe diretamente envolvida com os preparativos da auditoria. Gestores e facilitadores de diferentes áreas (VDOP, CGQ, VDGI, VDGT, CDT e GSMS) estão refinando as estratégias e trabalhando para eliminar a mínima chance de insucesso.

Nesta segunda (20/6), a coordenadora de Gestão da Qualidade (CGQ), Shirley Trajano, abriu a reunião que definiu a equipe de gestores e facilitadores das áreas diretamente envolvidas na inspeção (Foto: Edson Silva)

Nesta segunda (20/6), a coordenadora de Gestão da Qualidade (CGQ), Shirley Trajano, abriu a reunião que definiu a equipe de gestores e facilitadores das áreas diretamente envolvidas na inspeção (Foto: Edson Silva)

Para alcançar a almejada chancela, durante a reunião foram discutidos instalações, manuais, procedimentos, sistema informatizado de gestão da informação (SAP), sistema de acesso, estoque, dentre outros aspectos da cadeia que visa a manutenção da qualidade. Os profissionais expuseram problemas e apontaram soluções, reforçando o significado de alinhamento institucional quando se está em busca de mais uma conquista. “Eu preciso que todos vocês fiquem atentos a qualquer problema que possa surgir. Falta pouquíssimo tempo para a auditoria, e temos ainda muito trabalho a fazer”, salientou Shirley Trajano.

De fato, o prazo está curto. A auditoria será na primeira semana de setembro. Mas qualidade é um requisito levado a sério na unidade. São pequenos detalhes, mas que podem ser cruciais na rigorosa avaliação do órgão internacional. Um ponto levantado trata-se do acesso às áreas fabris. É imprescindível respeitar a política de qualidade, como o uso da paramentação exigida.

Nesta segunda (20/6), a coordenadora de Gestão da Qualidade (CGQ), Shirley Trajano, abriu a reunião que definiu a equipe de gestores e facilitadores das áreas diretamente envolvidas na inspeção (Foto: Edson Silva)De fato, o prazo está curto. A auditoria será na primeira semana de setembro. Mas qualidade é um requisito levado a sério na unidade. São pequenos detalhes, mas que podem ser cruciais na rigorosa avaliação do órgão internacional. Um ponto levantado trata-se do acesso às áreas fabris. É imprescindível respeitar a política de qualidade, como o uso da paramentação exigida.

Vice-diretora de Produção e Operações (VDOP), Elda Falqueto fez uma apresentação sobre alguns pontos que devem ser atendidos. Pediu à área de Compras para dar atenção especial aos pedidos de compra de alguns materiais que serão usados na auditoria. Elda fez questão de ressaltar o que a qualificação representa para a unidade. “É o nosso futuro. É o futuro da instituição. Esta é a oportunidade e tem que dar certo, porque não temos outras alternativas. É uma questão de sobrevivência mesmo. Agora é o ASMQ, mas que pode abrir portas para outros produtos, como os antirretrovirais, por exemplo”, enfatizou a vice-diretora.

O próximo encontro deste grupo de trabalho será na segunda (27/6), quando será feita uma apresentação da Coordenação de Gestão da Qualidade. Na sequência (4/7), a VDGI é que fará uma apresentação das suas responsabilidades no projeto de qualificação do ASMQ junto à OMS.

Mais de 200 milhões de casos por ano no mundo – A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Apresenta cura se for tratada em tempo oportuno e adequadamente. De acordo com informações da DNDi, surgem cerca de 216 milhões de novos casos por ano em todo o mundo, levando 655 mil pessoas ao óbito anualmente. Em todo o globo, estima-se que cerca de 3,3 bilhões de pessoas vivam em situação de risco de contrair a doença. Os números impressionam.

Já no Brasil, a maioria dos casos se concentra na região Amazônica. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada do que na região endêmica. Segundo os dados do Ministério da Saúde, somente em 2013, a malária levou ao óbito 40 pessoas no país.

Credenciamento da Fiocruz

A Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação (VPEIC) agradece a toda comunidade Fiocruz pela participação e o esforço coletivo dos profissionais e alunos no processo de credenciamento da Fundação como Escola de Governo, reflexo do compromisso em prol da qualidade e excelência dos cursos oferecidos pela principal instituição não-universitária de formação de recursos humanos na área da saúde no país. O processo, iniciado em maio de 2015, regularizará a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu, presenciais e a distância, realizados por todas as unidades da instituição.

Em encontros realizados com profissionais da Fiocruz e, em especial, na reunião de encerramento da visita, os avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) destacaram a forma como a Fiocruz se preparou para o processo, ressaltando a construção do Plano de Desenvolvimento Institucional 2016-2020 – instrumento importante para o fortalecimento da capacidade de definição sobre o futuro dos cursos lato sensu na Fundação – e o engajamento demonstrado pelos trabalhadores da instituição de diversos segmentos durante os três dias de visita.

Os resultados preliminares da avaliação apontam para o grande êxito do processo de credenciamento da Fiocruz como Escola de Governo, que garantirá maior governabilidade institucional para o planejamento da oferta de cursos lato sensu, possibilitando a definição de metas institucionais para este segmento do ensino.

A VPEIC continua acompanhando o processo de avaliação da instituição como Escola de Governo nos trâmites estabelecidos pelo Inep, Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC), Conselho Nacional de Educação (CNE) e, posteriormente, homologação pelo Ministério da Educação. Novas informações sobre o processo serão divulgadas nos veículos de Comunicação da Fundação.

Clique aqui e confira os vídeos dos profissionais da área de ensino da Fiocruz falando sobre o processo de credenciamento da Fundação, pelo MEC.

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