O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) apresenta o livro “Saberes, Ciências e Plantas Medicinais: uma abordagem multidisciplinar”. A obra, feita com a colaboração com 39 pesquisadores da instituição e especialistas convidados, pode ser baixada gratuitamente.
Apesar de não ter objetivo didático, a obra apresenta as disciplinas que compõem a cadeia produtiva em plantas medicinais e o tema de forma simples, oferecendo aportes a respeito da produção de plantas medicinais, da etnobotânica, da quimiossistemática e do metabolismo de plantas. Entre outros assuntos, como o preparo e o beneficiamento dos extratos; a autenticação morfológica e genética das espécies vegetais; os procedimentos gerais e as técnicas envolvidas no isolamento e na caracterização de metabólitos e suas transformações químicas; e mais.
Este é mais um passo para o cumprimento da missão institucional de Farmanguinhos/Fiocruz, que visa a promoção da saúde pública por meio da oferta de soluções integradas e sustentáveis, gerando e difundindo conhecimentos, inovando e fornecendo medicamentos. Assim, propiciando o acesso a terapias inovadoras no Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuindo com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação.
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) apresenta o livro “Saberes, Ciências e Plantas Medicinais: uma abordagem”. A obra, feita com a colaboração com 39 pesquisadores da instituição e especialistas convidados, pode ser baixada gratuitamente.
Apesar de não ter objetivo didático, a obra apresenta as disciplinas que compõem a cadeia produtiva em plantas medicinais e o tema de forma simples, oferecendo aportes a respeito da produção de plantas medicinais, da etnobotânica, da quimiossistemática e do metabolismo de plantas. Entre outros assuntos, como o preparo e o beneficiamento dos extratos; a autenticação morfológica e genética das espécies vegetais; os procedimentos gerais e as técnicas envolvidas no isolamento e na caracterização de metabólitos e suas transformações químicas; e mais.
Este é mais um passo para o cumprimento da missão institucional de Farmanguinhos/Fiocruz, que visa a promoção da saúde pública por meio da oferta de soluções integradas e sustentáveis, gerando e difundindo conhecimentos, inovando e fornecendo medicamentos. Assim, propiciando o acesso a terapias inovadoras no Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuindo com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação.
A criatividade das crianças, que visitaram o local, também foi estimulada por meio do Laboratório de Cores
Incentivando o conhecimento por meio da experiência, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) esteve presente no “Domingo com Ciência na Quinta” no último dia 16/7. Evento foi realizado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, e contou com atividades de exibição de experimentos científicos e de questões científicas de interesse geral, cinco delas de responsabilidade da instituição.
Organizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia na América Latina e no Caribe (RedPOP), essa foi a primeira edição do evento após o começo da pandemia. Entre algumas das motivações para o retorno da feira, estiveram as celebrações de datas como o Dia Nacional da Ciência, o Dia Nacional do Pesquisador, os 75 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e os 205 anos do Museu Nacional.
Farmanguinhos foi representado pela equipe de Educação e Pesquisa. “Nossa ideia era somar experiência ao evento. Então, levamos três atividades de plantas medicinais; uma referente ao estímulo da criatividade pela mistura de cores, gerido pelo nosso Laboratório de Farmacologia; e a produção daquilo que é feito a partir das impressões 3D de medicamentos”, disse a chefe do departamento de Educação de Farmanguinhos, Mariana Conceição.
Na sessão de plantas medicinais, aqueles que passaram pela tenda de Farmanguinhos conseguiram aprender mais sobre uso das plantas: quais são os produtos elaborados; como é feito o trabalho dentro do laboratório; e a aplicação em óleos essenciais, como a citronela.
Mulheres e Meninas na Ciência
Como parte da promoção da equidade de gênero na Ciência, em consonância com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos na Agenda 2030, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também inseriu um estande específico do programa Mulheres e Meninas na ciência durante o evento.
As pesquisadoras e cientistas de Farmanguinhos assumiram seu lugar e auxiliaram no estímulo à entrada de pequenas jovens no mundo científico. Na atividade, meninas puderam citar o que fariam assim que se tornassem cientistas.
Após 17 anos da publicação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), o Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde (CIBS) de Farmanguinhos/Fiocruz, convida você para o debate proposto pelo “Webinário Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos Revisitada”, que acontecerá remotamente, pelo canal Youtube das RedesFito, nos dias 29, 30 e 31 de maio, a partir das 9h.
A iniciativa acontecerá por meio da Rede de Inovação em Medicamentos da Biodiversidade (RedesFito), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina) e a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abifiqui).
Entre os temas, estão a formulação da política, suas diretrizes e a gestão de seu programa. Para isso, o evento contará com a presença de representantes dos ministérios, que estiveram envolvidos na formulação e implantação da política, dos movimentos sociais, da sociedade civil e do governo. Além de pesquisadores, consultores e professores com profundo conhecimento sobre os temas.
Clique AQUIe faça sua inscrição! Assim, você baixa a programação e o texto norteador do debate.
A plataforma reúne informações bibliográficas disponíveis sobre as espécies a partir do conhecimento tradicional
Integrante do banco de dados, o camapú é uma planta medicinal com propriedades para diferentes aplicações, inclusive antibiótico (Acervo CBPM)
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) disponibiliza mais um benefício para a comunidade científica e a sociedade. Trata-se do banco de dados que reúne as informações bibliográficas disponíveis sobre plantas medicinais a partir do conhecimento tradicional. A plataforma resulta de um estudo realizado pelo herbário “Coleção Botânica de Plantas Medicinais” (CBPM), do Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde da unidade (CIBS), com o apoio da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz).
A iniciativa tem como objetivo valorizar o conhecimento popular e a pesquisa etnobotânica a fim de estimular a repartição de benefícios com comunidades provedoras. Além disso, visa também a subsidiar pesquisas voltadas para a comprovação dos usos populares de plantas medicinais e estimular o desenvolvimento de produtos e políticas de saúde que priorizem a biodiversidade brasileira.
Exsicata do camapú (Acervo CBPM)
O projeto foi idealizado pelo biólogo Marcelo Galvão, curador adjunto da CBPM-Fiocruz. O levantamento bibliográfico foi realizado pelo técnico do CBPM-Fiocruz, Marco Antonio Filho. O site foi desenvolvido pelo analista computacional da VPPCB/Fiocruz, Carlos Henrique da Silva. Galvão explica que a nova ferramenta pode ser útil para profissionais que trabalham com produtos naturais e buscam novas espécies para estudar ou precisam comprovar tradicionalidade de uso para notificar produtos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Este banco pode subsidiar pesquisas na área farmacêutica de produtos naturais, auxiliar registros de produtos tradicionais fitoterápicos na Anvisa, fomentar questões de repartição de benefícios junto ao CGEN (Conselho de Gestão do Patrimônio Genético), além de outros benefícios”, destaca.
O Brasil possui aproximadamente 40 mil espécies vegetais conhecidas, inúmeras dessas plantas são consideradas medicinais por povos originários e diversas comunidades tradicionais. No entanto, as listas oficiais de plantas medicinais possuem um número muito inferior ao já registrado por estudos etnobotânicos. Desta forma, o trabalho realizado pela instituição é contínuo, ou seja, à medida que uma nova espécie entre no acervo da CBPM, o levantamento bibliográfico sobre ela será incluído no banco, além da atualização das espécies já catalogadas.
Tela do site do banco de dados sobre plantas medicinais
O banco também é voltado para indústrias, provedores do conhecimento popular, gestores públicos que busquem ampliar listas oficiais de plantas medicinais no âmbito do SUS, seguindo a Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, e a população em geral.
Ao todo, o acervo atual conta com 300 espécies. Para consultar basta acessar a página da Coleção de Botânica de Plantas Medicinais. As buscas podem ser feitas por família botânica, nome popular ou científico.