Ano: 2019 (Página 21 de 26)

Conheça o Serviço de Validação

Obter confiabilidade nos métodos utilizados e minimizar os riscos à qualidade do medicamento. Estes são alguns dos objetivos do Serviço de Validação (SV), departamento subordinado à Vice-Diretoria de Gestão da Qualidade (VDGQ), antes conhecido como Núcleo de Validação e Qualificação (NVQ).

A equipe do Serviço de Validação é composta por profissionais multidisciplinares

Para tornar essa garantia possível, o SV atua de forma preventiva, buscando detectar falhas e pontos de atenção, a fim de que as medidas pertinentes possam ser tomadas antes das corretivas. Isto porque qualquer problema durante o processo de fabricação, armazenamento ou transporte de um produto pode comprometer suas características físicas, químicas e biológicas, além de ocasionar desperdícios, aumento de custo e uso incorreto dos recursos. 

Por isso, o departamento age na qualificação dos equipamentos (térmicos e fabris) e utilidades (HVAC, ar comprimido e água purificada) e também na validação do processo de fabricação, limpeza de equipamentos e sistemas computadorizados, assegurando que tal metodologia seja capaz de fornecer, de forma constante, consistente e reprodutível, produtos que atendam às especificações farmacêuticas previstas.

E para atestar esse padrão, são utilizados programas de melhoria contínua, análises críticas, estatísticas e de riscos para avaliação e discussão dos resultados encontrados. Além disso, as ferramentas da qualidade são utilizadas em grande escala para manter o sistema da qualidade em constante funcionamento, por exemplo: controles de mudanças, desvios e CAPA (Ações Preventivas e Ações Corretivas).

Atuação

Em Farmanguinhos, o SV tem por objetivo comprovar se os processos, equipamentos e sistemas encontram-se de acordo com o previsto. Contudo, além de constatar esta situação, toda verificação precisa ser documentada para ser considerada verídica. Assim, além de executar os testes de desafio, é necessário elaborar protocolos e relatórios que embasem as ações realizadas na íntegra. Todas as evidências observadas pela área buscam fornecer, com alto grau de confiança, que um processo específico gerará, de forma consistente, um produto que esteja de acordo com especificações pré-determinadas e com atributos de qualidade.

O setor também é responsável por realizar os estudos dos tempos de estocagem (holding time), que verifica se o medicamento se mantém estável durante todas as fases do processo produtivo, garantindo sua qualidade mesmo com paradas durante o processo, e as Revisões Periódicas de Produto (RPP), que examinam o ciclo de vida do produto e determinam se há necessidade de efetuar melhorias.

Organograma do Departamento

Maíra está à frente da equipe há 2 meses

Responsável pela área há pouco mais de dois meses, Maíra Santos é química e farmacêutica, com mais de 12 anos de experiência em indústrias farmacêuticas (nacionais e multinacionais), e com vasta atuação em validações (limpeza, processos, sistemas computadorizados, equipamentos e utilidades), Garantia da Qualidade e Controle de Qualidade Microbiológico.

Atualmente, o departamento é composto um grupo bastante capacitado e diversificado, com 11 profissionais formados em Farmácia, Química, Engenharia e Tecnologia da Informação.

Regulamentações

A qualificação e a validação são requisitos estabelecidos por diferentes regulamentos nacionais, em especial, para a área da saúde. As empresas com equipamentos, instalações e sistemas relacionadas à fabricação de medicamentos e que está em conformidade com os requisitos da RDC 17/2010 da Anvisa (refere-se a Boas Práticas de Fabricação de medicamentos), precisam qualificar e validar seus equipamentos e processos conforme um cronograma definido e manter os registros dos resultados dessas atividades. O departamento também atende as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como segue vários documentos compendiais e guias de referência utilizada pelo segmento farmacêutico (Guias da Anvisa, ISO e farmacopeias).

Estar em conformidade com as normas e regulamentos, principalmente os de Boas Práticas, não é apenas uma obrigação legal, mas um elemento de diferencial competitivo. Por meio desses ensaios, a instituição assegura a qualidade dos produtos que coloca no mercado e, consequentemente, preserva a integridade dos consumidores que farão uso dos medicamentos.

Desafios

Segundo Maíra, neste momento, os principais desafios do Serviço de Validação estão relacionados à mudança de cultura, melhoria contínua e tomada de decisões com base nos riscos. Quando questionada sobre o futuro, ela afirma: “Atualmente, estamos trabalhando em atividades de reestruturação de documentação, recursos e atividades dentro do setor. Estamos prevendo a internalização de algumas atividades e redução de retrabalho para os próximos meses. Além disso, estamos estudando a utilização de indicadores da qualidade e índices de avaliação de desempenho, para garantir maior visibilidade das atividades/ direcionamento de recursos para tal”.

Farmanguinhos promove capacitação sobre Indústria farmacêutica

Panorama sobre indústria farmacêutica no Brasil e no mundo é apresentado no primeiro módulo do curso promovido pelo DDRH. O próximo abordará os aspectos regulatórios.

Na manhã de 27 de março, o Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH), da Vice-diretoria de Gestão do Trabalho (VDGT), realizou o primeiro módulo do curso Indústria Farmacêutica: uma abordagem técnico-científica. Ministrada na sala de Conferência do CTM, a aula contou com a participação de cerca de 70 profissionais, não somente de Farmanguinhos, como também de outras unidades da Fiocruz.

A servidora Tatiana Figueiredo, que atua no Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT-Far), apresentou o tema “Indústria Farmacêutica no Brasil e no Mundo”. Doutora em Saúde Pública, ela abordou tópicos como o papel do SUS, produção pública e o acesso a medicamentos, assistência farmacêutica, patentes, Parcerias de Desenvolvimento Produtivo, judicialização da saúde, Política Nacional de Medicamentos, Política Nacional de Inovação Tecnológica na Saúde, dentre outros.

Rafael André, do Serviço de Educação Corporativa, fez a abertura do encontro e destacou que o objetivo do curso é compartilhar o conhecimento e nivelar conceitos, utilizando talentos do próprio Instituto.

A coordenadora do DDRH, Luciane Galdino, explicou que essa capacitação já era uma demanda dos colaboradores por um curso que apresentasse não somente a Instituição, como também o mercado em que Far está inserido, já que muitos não possuem formação nesta área.

“Tal requisição ficou ainda mais forte na última Mesa de Negociação, quando o colaborador Abel Rosa, que era representante dos servidores, incluiu este tema na pauta e nos apoiou em todo processo de construção do projeto.  A partir disso, de forma participativa, montamos o escopo do treinamento com os instrutores. A ideia era ser um curso não muito extenso, mas que pudesse nortear, dar uma noção aos participantes, sobre o que é uma indústria farmacêutica. E, para explanar os tópicos dos módulos, convidamos alguns colaboradores com conhecimento técnico e experiência nesses assuntos, o que reforça ainda mais essa troca e interação entre os participantes. O resultado superou as nossas expectativas, ultrapassamos o número de inscrições previstas e o curso será ofertado semestralmente”, avalia.

A palestrante Tatiane Figueiredo frisou a relevância desse tipo de iniciativa: “O curso é essencial para as pessoas conhecerem a estrutura de Farmanguinhos, a importância do Laboratório Oficial e para quem nós trabalhamos, isto é, não só para o Instituto, mas também para o Ministério da Saúde e para a população em geral. A minha aula, por exemplo, foi um panorama total do mercado, tentando conciliar a produção da nossa instituição com a saúde pública de forma abrangente”, ressalta.

Um dos participantes, Jacob Portela comentou sobre a motivação em se inscrever no curso: “Muitas vezes as pessoas me perguntam se eu trabalho em Farmanguinhos e, quando eu respondo que sim, fazem algumas indagações sobre os medicamentos. Elas nos enxergam como representantes da instituição e acreditam que temos as respostas. O curso veio nos auxiliar a entender melhor o segmento e o papel do Instituto nesta engrenagem, nos capacitando a responder essas perguntas”, observa.

Este foi o primeiro de cinco módulos. O próximo será realizado no dia 3/4. Na ocasião, a servidora Priscila Rito abordará os aspectos regulatórios na indústria farmacêutica.

Dia Mundial de Combate à Tuberculose

A data 24 de março é mundialmente conhecida como o Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Esta doença é considerada um sério problema da saúde pública, que, por ser infecciosa e transmissível, atinge cerca de 8,8 milhões de pessoas, provocando 1,1 milhões de mortes por ano no mundo. Embora seja uma enfermidade passível de ser prevenida, tratada e mesmo curada, ainda mata cerca de 4,7 mil pessoas todos os anos no Brasil.

A alta taxa de infectados se deve a inúmeros fatores, como contágio pelo ar, através da tosse, espirros e fala da pessoa doente, à alta incidência em grandes aglomerações humanas e em habitações insalubres e, ainda, à quantidade de comprimidos e longevidade do tratamento, que dura cerca de seis meses.

Farmanguinhos possui uma importante atuação, pois oferece para o Sistema Único de Saúde (SUS) um único comprimido, chamado 4 em 1, com os quatro princípios ativos usados no tratamento: isoniazida, rifampicina, etambutol, pirazinamida. Esta Dose Fixa Combinada (DFC) facilita a rotina do paciente, que substitui os quatro comprimidos diferentes por somente um, motivando-o a seguir com o tratamento até a cura da doença.

Este medicamento já está sendo oferecido ao SUS, através da Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP), entre Farmanguinhos e o laboratório indiano Lupin.  É importante ressaltar que a etapa de Controle de Qualidade já foi totalmente internalizada e, já em 2019, quatro milhões de unidades farmacêuticas foram distribuídas na rede pública, ampliando o acesso da população ao tratamento. A previsão é de que, em julho de 2019, o Instituto fabrique os lotes-piloto já no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) de Farmanguinhos.

Além disso, alguns medicamentos tuberculostáticos são produzidos na Unidade, como etionamida, isoniazida e o composto isoniazida + rifampicina, e outros estão em fase de pesquisa e desenvolvimento, a fim de chegar a novas formulações para a tuberculose.

Saiba mais sobre a tuberculose:

Quais os sintomas da doença?

O principal sintoma da tuberculose é a tosse na forma seca ou produtiva. Por isso, recomenda-se que todo sintomático respiratório que é a pessoa com tosse por três semanas ou mais, seja investigada para tuberculose. Há outros sinais e sintomas que podem estar presentes, como:

  • febre vespertina
  • sudorese noturna
  • emagrecimento
  • cansaço / fadiga

Os pulmões são os órgãos mais afetados, mas pode acometer ainda os rins, a pele, os ossos e os gânglios. O contágio ocorre pelo ar, através da tosse, espirro e fala da pessoa que está doente, que lança os bacilos no ambiente. Quem convive próximo ao doente aspira esses bacilos e pode também adoecer. Sabe-se que o bacilo pode permanecer no ambiente por um período de até 8 horas, ainda mais quando o domicílio não é ventilado e arejado.

Existe prevenção?

A prevenção deve ser feita através da vacina BCG, que diminui as formas mais graves da doença, como a meningite tuberculosa, porém não é eficaz contra a tuberculose pulmonar. Essa vacina deve ser dada às crianças ao nascer, ou, no máximo, até 04 anos, 11 meses e 29 dias.

Outra maneira de prevenir a doença é a avaliação de contatos de pessoas com tuberculose, que permite identificar a Infecção Latente pelo Mycobacterium tuberculosis, o que possibilita prevenir o desenvolvimento de tuberculose ativa. Em outras situações específicas, pessoas que são diagnósticas com a infecção latente da tuberculose também tem indicação de receber tratamento para prevenir o adoecimento. Neste caso, é necessário procurar uma unidade de saúde para avaliação.

Além disso, outra medida de prevenção da doença, é manter ambientes bem ventilados e com entrada da luz solar. Objetivamente, a forma mais eficaz é a descoberta das pessoas doentes e o início rápido do tratamento.

Como é o tratamento?

A tuberculose tem cura. O tratamento da tuberculose é realizado com o 4 em 1, dura, no mínimo, seis meses, é gratuito e disponibilizado no SUS.

Logo nas primeiras semanas de tratamento, o paciente se sente melhor e, por isso, precisa ser orientado pelo profissional de saúde a realizar o tratamento até o final, independentemente da melhora dos sintomas. É importante lembrar que o tratamento irregular pode complicar a doença e resultar no desenvolvimento de tuberculose drogarresistente.

Clique aqui e confira as informações completas do Ministério da Saúde.

Vinícius Costa é Gente de Far

“Se você não se sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”.

Vinícius atua há 3 anos em Farmanguinhos

Essa frase é do clássico “Alice no País das Maravilhas”, dita pelo gato de botas à protagonista quando ela estava numa encruzilhada, com várias opções de destino, e ficou na dúvida de qual direção seguir. Entretanto, diferente da personagem do desenho, o colaborador Vinícius Costa, do Serviço de Validação, sabe muito bem aonde quer chegar. Foco e determinação são características marcantes. Percorra conosco por sua trajetória e conheça a história deste jovem e determinado profissional.

Cria de Caxias, onde mora até hoje, o filho caçula da dona Sueli e do Sr. Gerson teve uma infância simples, longe das tecnologias, mas cercado brinquedos, como pipas e bola de futebol, e livros! Ele era incentivado pelos pais a estudar e, principalmente, ter bons resultados. Por isso, antes da diversão, Vinícius tinha sempre que apresentar alguma contrapartida.

Tal exigência dos pais se transformou em estímulo. Ele passou a buscar por conhecimento de forma incessante e assim conheceu a Engenharia, área pela qual se identificou e tem trilhado seu caminho profissional. O primeiro passo foi o Técnico em eletrônica pela Escola Técnica Visconde de Mauá (Faetec), depois a graduação em Engenharia Mecânica pela Faculdade Souza Marques, o MBA em Gerenciamento de Projetos pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP) e, agora, a pós-graduação em Engenharia de Produção com foco em Lean manufacturing, também na UCP.

“Cresci numa família bastante unida e com poucos recursos. A minha infância foi boa, não tinha acesso às tecnologias, mas pude brincar bastante. Eu gostava de soltar pipa e jogar bola. Mas antes do lazer, eu tinha que mostrar que eu estava em dia com as minhas obrigações com os estudos”, revela.

Engana-se quem pensa que ele vai parar por aí: “Desde criança sempre pensei em ser engenheiro, embora eu não tenha sido aquela criança que desmontava os brinquedos e imaginava a mecânica deles. Mas eu achava a área interessante e meu pai, meu maior exemplo de tudo, mesmo sendo projetista, sempre tentava me explicar como certas coisas funcionavam. Isso me deslumbrava. Ele me convenceu a fazer técnico em eletrônica, mas não me identifiquei. Segui meu instinto e fui para a mecânica”, salienta.

Durante verificação do ar comprimido, uma das suas atividades (Foto: Tatiane Sandes)

“Foi na faculdade que pude conhecer as vertentes da Engenharia e a pensar no direcionamento da minha trajetória profissional. Com o apoio do meu pai, que atuava há mais de 15 anos em uma indústria farmacêutica e me explanava sobre os processos, e da experiência obtida por meio de estágio, passei a me especializar em Qualificação de utilidades. A partir disso, comecei a fazer cursos que pudessem agregar mais conhecimento a minha carreira e fazer com que, cada vez mais, eu me aprimorasse e tivesse um desempenho melhor, aplicando todo esse aprendizado na prática. Como sei que os processos e os maquinários vivem sendo aperfeiçoados, não meço esforços para acompanhar as mudanças e me manter atualizado. Depois da pós, pretendo continuar estudando… quem sabe o Mestrado”, frisa.

Antes de chegar em Farmanguinhos, em 2016, Vinícius passou por diversas empresas, tais como Petrobras, Camil e Hospital Federal da Lagoa, além de prestar serviço de qualificação para grandes indústrias farmacêuticas, dentre elas: Mantercorp, GSK, Abbott, Roch e Merck. No Instituto, o analista de Qualidade tem como principal atribuição qualificar os sistemas de Utilidades (água purificada, ar comprimido e HVAC – sigla em inglês para aquecimento, ventilação e ar condicionado). “Com a qualificação desses sistemas, dos equipamentos térmicos e fabris, além de outras validações e estudos de holding time (tempo de estocagem de produtos intermediários), podemos produzir os medicamentos em Far”, observa o colaborador.

Empolgado, ele ressalta a importância da instituição na sua carreira e destaca um dos momentos mais estimulantes que teve: “Farmanguinhos tem um grande diferencial: além de atender a população, de ter esse cunho humanitário, aqui a interface com as outras áreas torna o trabalho enriquecedor. Essa troca de experiência proporciona aprendizado, amplia o nosso conhecimento, tornando Far uma grande escola. Aqui, por exemplo, meu primeiro desafio foi, após a obra do prédio 70, qualificar todos os sistemas de utilidades, em um curto período de tempo, para receber as auditorias e começar a fabricar os medicamentos para atender as demandas. Além da exigência profissional, de toda expertise e know-how, foi preciso interagir com as demais áreas para que cumpríssemos todos os requisitos e prazos. Isso muito me agregou”.

E se no caminho houver percalços? Ele responde sem titubear: “nada está perdido! Se você tiver perseverança e persistência, você conseguirá mudar a situação”.

Farmanguinhos produz lote de desempenho do Pramipexol

Nesta etapa, são realizados testes do processo produtivo deste medicamento contra doença de Parkinson. A previsão é de que, em maio, sejam fabricados os lotes-piloto para a inclusão da unidadecomo local de fabricação.

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) deu início ao lote de desempenho do dicloridrato de pramipexol, medicamento utilizado no tratamento de Doença de Parkinson. A produção é fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP), assinada em 2011, com o laboratório alemão Boehringer Ingelheim.

Nesta etapa são feitos testes nos equipamentos para checar os parâmetros, as características e o aspecto do produto, ajustando todos os itens que envolvem a produção, para garantir que o medicamento seja fabricado corretamente.

Para acompanhar de perto todo o processo e auxiliar na absorção da tecnologia, dois representantes da empresa parceira estão em Famanguinhos, os farmacêuticos Thilo Jahr e Ralf Dauksch.

Representantes da Boehringer Ingelheim, ao centro, participam do teste de desempenho

Estando tudo certo, começa a produção do lote-piloto com vistas à inclusão de Farmanguinhos como local de fabricação, cuja produção está prevista para maio deste ano. Com isso, toda a produção será executada no Complexo Tecnológico de Medicamentos. Estima-se que cerca de 20 mil pessoas sejam beneficiadas. Uma grande conquista!

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