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Cursos de curta duração com abrangência internacional

Challenges in Global Health: Global Disease Mapping Techniques

Prof. Dr. Andrew Farlow – University of Oxford
Period May 7 to 10

Location: Fiocruz, Manguinhos – Campus Manguinhos – Auditório do Contêiner antigo (Pesquisa)

Public: students from the Fiocruz PPG Course
Space available: 30
Registrations: April 8 to 21

Students from the Fiocruz PPG Course
Click here for registrations.

SYLLABUS

Day 1

  • An overview of the changing state of the world’s health
  • Overview of the DALY methodology to measure burden of disease
  • Constraints on health system performance
  • Performance against Millennium Development Goals
  • Numerous disease case studies

Day 2

  • Major global challenges
  • antimicrobial resistance
  • disease eradication
  • global pandemics and emerging infectious diseases

Day 3

  • Research and Development (R&D) of new products
  • Some novel financing mechanisms
  • Future health technologies

Day 4:

  • Practices such as Case of studies

Overview for Experts in Challenges in Global Health: Global Disease Mapping Techniques

Prof. Dr. Andrew Farlow – University of Oxford
Period May 6 –
9am to 5pm
Location: Technological Drug Complex (Complexo Tecnológico de Medicamentos – CTM)

Public: Researchers, specialists and professionals from Farmanguinhos and Fiocruz
Space available: 40

Researchers, specialists and professionals from Farmanguinhos and Fiocruz
Registrations: April 8 to 21, by email expressing the motivation and the reason for your interest in the course. The confirmation of registration will be made until 04/29/19.

E-mail: ppgprofissional-gpdif@far.fiocruz.br.

SYLLABUS

  • Overview planet health
  • Cost effectiveness and case studies
  • Novel funding and business form
  • Valuing and using natural capital, economics, investments
  • Pharmacoeconomics
  • Case studies

Conheça a Manutenção Fabril

(Por Maritiza Neves)


O agrupamento de atividades fundamentais para reparar ou manter um equipamento, um sistema, uma peça, de maneira que se consiga uma boa condição operável e uma vida útil maior para o maquinário, se chama Manutenção.

Há algum tempo, a Manutenção Industrial vem assumindo um papel estratégico nas organizações. A busca de excelência operacional e a competitividade fez com que esta importante atividade atingisse esse status tático.

Em Farmanguinhos, a manutenção feita em equipamentos ligados diretamente à Produção / VDOP, se chama Fabril. E a grande missão desse setor é manter os equipamentos o maior tempo possível disponível para produção e prolongar sua vida útil mantendo as condições de quando foi feita a qualificação. “Não adianta eu levar mais tempo fazendo manutenção do que o equipamento leva para produzir”, informa o coordenador da área, Irwing Weinberg.

A Manutenção é classificada de diversas formas, a saber: corretiva, preventiva, preditiva… Na Unidade, a nomenclatura para as manutenções corretivas e preventivas são: Não Sistemática, aquela usada quando o equipamento falha ou dá algum defeito (Corretiva) e Sistemática, aquela que é programada (Preventiva).

Quando a Anvisa chega para inspecionar a nossa área, a primeira coisa que pedem é o plano anual de manutenção dos equipamentos – Irwing Weinberg

Como isso tudo funciona – Por meio do setor de Planejamento e Controle da Manutenção (PCM), é elaborado um planejamento anual com programação e controle das manutenções.  As tarefas para geração das manutenções preventivas que compõem o plano são baseadas em informações extraídas pelos profissionais da área dos manuais de operação e manutenção dos equipamentos, e cadastrado no sistema como Ordem de Manutenção (OM), empregando o tipo de manutenção adequada, considerando o grau de prioridades e criticidade de cada maquinário. Semanalmente são emitidas todas as OM sistemáticas dos equipamentos. Estas, por sua vez, serão distribuídas para cada supervisor que, em seguida, subdividirão com as esquipes de mecânicos e eletricistas que executarão a manutenção sistemática no decorrer da semana.

Está contido na estrutura da Manutenção Fabril de Far, a Oficina de Apoio e a Oficina de Automação. No primeiro local, se fabrica e se conserta peças dos maquinários fabris. Já, no segundo, se trabalha a parte eletrônica dos equipamentos.

Farmanguinhos tem uma média de 2.400 equipamentos. Os mecanismos são de última geração, com tecnologia de ponta, sensores em várias partes. Essa quantidade de maquinário é um grande desafio para os profissionais do setor, pois num tempo hábil precisam vistoriar e, se for necessário, fazer a reposição dos itens que quebraram, desgastaram ou deram defeito.

Um dos diferenciais da Manutenção Fabril é o staff destacado para ficar todo o tempo atento aos equipamentos da Produção. Essa equipe trabalha com manutenção não sistemática (corretiva). Os profissionais acompanham o desempenho dos dispositivos para, em caso de avaria, procederem com uma ação rápida. Naquele local, inclusive, tem uma oficina com mecânicos e eletricistas que dão apoio diretamente aos equipamentos instalados na fábrica, sempre atendendo as premissas das Boas Práticas de Fabricação (BPF).

Os colaboradores da Manutenção Fabril que atuam fora da fábrica são responsáveis por fazerem em suas oficinas as modificações ou adaptações no maquinário para que se possa executar formatos novos de peças caso tenha havido troca de frasco, tampa, embalagem, o que for. Pela quantidade de equipamentos, não é pouco o trabalho dos 30 profissionais que atuam na área.

Estocar sem ocupar espaço físico – Apesar da área de Manutenção ter uma estrutura física boa, com estoque básico e materiais emergenciais para uso no dia a dia, Farmanguinhos precisaria de um espaço muito maior para armazenar todo o material necessário para o reparo dos equipamentos. Ao invés disso, o uso do sistema de registro de preços tem sido uma alternativa importantíssima para Far. Por meio deste procedimento, onde são listados os materiais passíveis de uso, os itens são adquiridos no momento adequado da necessidade, não sendo necessário providenciar grandes áreas para armazenagem de materiais. 

Além disso, a Instituição adotou uma tendência de mercado de contratação de Assistência Técnica. Iniciou com a empresa Fette Compacting um contrato de manutenção com fornecimento de peças. Com isso, passa a usar o estoque e as peças do fabricante sem ter a preocupação de ampliar o seu espaço físico. “Essa é uma prática crescente no mercado. Esse tipo de contrato só temos com a Fette. Estamos tentando estender para outros equipamentos. Assim, não precisamos imobilizar verba com estoques. Só se usarmos”, disse Irwing.

Assim funciona a Manutenção Fabril em Far. Manter, consertar, conservar são ações feitas diuturnamente na busca de soluções ideais para o contínuo crescimento institucional.  

Banco de Leite Humano inicia campanha de doação 2019

O Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), no Rio de Janeiro, realiza, nos meses de fevereiro e março, campanha de doação de leite humano. O objetivo é sensibilizar mulheres que estejam em fase de amamentação a se tornarem doadoras para suprir as baixas nos estoques que costumam acontecer no período de férias, a partir da chegada do verão, com as festividades do final de ano e até a temporada de Carnaval, que, este ano, acontecerá no mês de março.

A queda do estoque é comum em todo Brasil nesta época devido a muitas mães doadoras aproveitam as férias coletivas, escolares e de trabalho para viajar, afastando-se da cidade onde moram e se desligando do programa de doação de leite ao qual pertencem. Infelizmente, isso prejudica o aprovisionamento de leite aos bebês prematuros, de baixo peso ou portadores de patologias, internados nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais (Utins) e que não podem ser amamentados pela própria mãe.

Segundo a gerente do BLH do IFF/Fiocruz, Danielle Aparecida Silva, essa queda nas dotações, de até 60% nos estoques da unidade, compromete o desenvolvimento e a nutrição, especialmente de recém-nascidos prematuros. De acordo com ela, são necessários, em média, 300 litros/mês para atender a todos os lactentes internados no Instituto, e, desde o início de 2019, foram coletados apenas 110 litros, menos da metade do que é preciso.

“A doação de leite é importante para o bebê que recebe a doação, pois é um leite de qualidade nutricional elevada que vai ajudá-lo a sair deste período de risco. A doação também se faz importante para a mãe deste bebê prematuro, pois com a certeza que seu filho está recebendo o melhor alimento, isso a deixa mais tranquila e facilita o processo de produção de leite para o seu próprio bebê. E a mãe que doa também ganha, pois, o ato de retirar o volume excedente evita mastite e quanto se doa mais se produz, não faltando nunca para o seu filho. Os bebês prematuros que necessitam desta doação, consomem um volume de leite muito baixo, 2 a 5mL a cada duas, três horas, então você, mãe, que está amamentando, se doar um pouquinho por semana estará ajudando mais de um bebê”, acrescenta Danielle Aparecida sobre a importância da doação e, por tanto, da campanha.

Embora seja uma realidade a diminuição nos estoques de bancos de leite nestas temporadas em todo o Brasil, também é verdade que no caso do Rio de Janeiro a situação é mais complicada, pois muitos dos pontos de coleta estão na capital e a doadora que viaja não tem como doar em outro lugar do estado. Sobre isso, Danielle explica que existe a alternativa de outras mães de recém-nascidos que estejam de visita à cidade do Rio de Janeiro doarem nos postos de coleta e bancos de leite disponíveis.

Veja aqui a lista dos BLHs e postos de coleta no Estado do Rio de Janeiro.

Como se tornar uma doadora

As mães interessadas em doar devem estar em fase de amamentação, produzir um volume de leite maior do que seu próprio filho precisa, ter boa condição de saúde e não tomar medicamentos contraindicados com a amamentação. Se a mãe cumprir com isto, para fazer o cadastro o próximo passo é ter em mãos os últimos exames realizados no pré-natal e entrar em contato com o Banco de Leite Humano do Instituto através do telefone 0800 026 8877, ou no prédio do IFF/Fiocruz na Av. Rui Barbosa 716, no Rio de Janeiro. Elas serão orientadas sobre como fazer corretamente a coleta de leite para doação. A partir daí, a mãe já está pronta para doar, e, após essa primeira coleta, o BLH pode providenciar o serviço de assistência na retirada de leite na própria residência da doadora. Confira aqui o passo a passo para a coleta.

Gestão de Riscos

OMS – Annex 2 – WHO Guidelines on quality risk management

ICH – Q9 – Quality Risk Management

IN nº 1/2016

Portaria Fiocruz 

Documentos ISO – consulta está disponível na coleção Farmanguinhos ABNT. Solicitar acesso no ramal 5336.

ISO 31010/2012 – Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de risco.
ISO 31000/2018 – Gestão de riscos – Diretrizes

Lucas Mattos é Gente de Far

Lucas atua há 9 anos em Far

Após terminar o curso técnico na Faetec e um estágio no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), Lucas Mattos começa em Farmanguinhos sua trajetória na profissão escolhida. Foi como Auxiliar de Manutenção que o jovem rapaz, nos idos de 2010, começou a entender na prática a história do amadurecimento pessoal e profissional. Agora, “homem feito”, Lucas compartilha conosco suas experiências em Far e na vida.

A falta de vivência proporcionou ao rapaz, no auge dos seus 18 anos, uma imersão na sua primeira investida profissional na Manutenção Fabril. Primeiro na Usinagem e depois na Serralheria, passo a passo foi aprendendo com os mais experientes, ganhando prumo e confiança. A evolução era notória e, em determinado momento, foi chamado para trabalhar dentro da fábrica mexendo com equipamentos de produção, fabricação e embalagem de medicamentos.

Além disso, aproveitando o processo de crescimento, iniciou curso superior em Engenharia Mecânica, fez cursos de aprimoramento promovidos pela Instituição, agregando mais conhecimento ao seu trabalho.

“Eu sou muito grato a todos que me apoiaram no meu início. Farmanguinhos foi o lugar em que eu aprendi o que é trabalhar. Aqui foi meu primeiro emprego onde, totalmente “cru”, tive minhas primeiras oportunidades de desenvolvimento profissional. Concluí minha graduação em 2017 e agora, mais maduro, continuo aprendendo com meus colegas de equipe. Aqui, trabalhamos com equipamentos muito avançados. A tecnologia é muito aplicada. Consigo ver sistemas e funções da mecânica que lá fora eu veria um ou outro, em determinados setores. Mas, ver tudo isso junto, só aqui em Far. Para formação profissional é muito interessante”.

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