Resultado da Consulta: "plantas medicinais" (Página 8 de 11)

Disciplinas e Grade de Horário

OBRIGATÓRIAS

  • Metodologia Da Pesquisa Científica E Tecnológica
  • Gestão, Pesquisa E Desenvolvimento Na Indústria Farmoquímica E Farmacêutica
  • Seminários Avançados I
  • Seminários Avançados II

ELETIVAS

  • Big Data em Saúde e os Desafios para Gestão Do Conhecimento
  • Biofármacos
  • Controle da Qualidade Físico-Químico no Desenvolvimento e Produção de Fármacos
  • Engenharia Farmacêutica
  • Estudos Clínicos e Bioequivalência
  • Ética e Legislação Sanitária em Medicamentos
  • Foresight Estratégico para Prospecção, Priorização e Apoio ao Setor Saúde
  • Gerenciamento de Projetos
  • Gestão da Propriedade Intelectual e Inovação na Indústria Farmoquímica e Farmacêutica
  • Gestão da Tecnologia e da Inovação
  • Gestão de Riscos na Indústria Farmacêutica
  • Gestão na Indústria Farmacêutica
  • Logística Operacional na Indústria Farmacêutica
  • Patentometria e Redação de Patente
  • Quality by Design
  • Gestão de Síntese Orgânica na Produção e Desenvolvimento de Fármacos
  • Nanotecnologia Farmacêutica
  • Produção de Medicamentos Fitoterápicos e Tecnologia Social de Plantas Medicinais
  • Registro de Medicamentos na Indústria Farmacêutica
  • Sistema de Gestão da Qualidade
  • Tecnologia de Bioprocessos na Produção de Insumos Farmacêuticos
  • Validação para Gestão da Qualidade e seus Riscos na Indústria Farmacêutica

GRADE CURRICULAR

Produtos naturais

Aspectos significativos

  1. Estrutura

A pesquisa em Produtos Naturais estrutura-se em cinco laboratórios distribuídos no campus Manguinhos. Do quadro de colaboradores, 34% são doutores e 10% são mestres.

  1. Projetos

Os laboratórios possuem 41 projetos de pesquisas, atuando em diversas linhas de pesquisas.

  1. Parcerias

Os laboratórios mantêm 11 parcerias técnico-científicas com universidades, instituto de pesquisas, organizações públicas e privadas, através de convênio e acordos de cooperação.

  1. Prêmios

Em 2016, os laboratórios de Produtos Naturais 3, 4 e 5 foram agraciados com quatro premiações, entre elas: honra ao mérito pelos trabalhos Inovação na Fiocruz: projeto Profito, um estudo de caso e Efeito Inibitório da planta Clusia fluminensis Planch & Triana contra algumas atividades tóxicas dos venenos de Bothrops”; menção honrosa por Caracterização química de extratos e substâncias de espécies de Ilex (Aquifoliaceae) como potenciais agentes citotóxicos e antiviraisapresentado na 24ª RAIC/FIOCRUZ e melhores trabalhos por Incentivo Governamental para Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no Âmbito do SUS).

Pesquisa

Em sua trajetória, Farmanguinhos reuniu características e vantagens que tornaram possível investir na área de pesquisa e desenvolvimento de fármacos e medicamentos, tanto de origem sintética quanto de origem vegetal.

Dessa forma, a instituição busca o fortalecimento da pesquisa e do desenvolvimento, através do constante esforço do seu corpo de pesquisadores, tecnologistas e técnicos com foco em soluções para as doenças negligenciadas, as doenças de alto custo e as doenças de alta incidência. Além disso, as análises de dados estatísticos do quadro epidemiológico do país são, igualmente, de suma importância para o direcionamento das ações estratégicas do Instituto.

Como resultado, a Pesquisa de Farmanguinhos estabeleceu parcerias técnicos-científicas, visando fortalecer sua competitividade nesse cenário de P&D dentro da indústria farmacêutica.

Atualmente, a área de P&D é estruturada por 4 departamentos que atuam integrados em atendimento aos objetivos institucional.

Departamento de Síntese de Fármacos

O departamento desenvolve atividades de pesquisa e desenvolvimento de fármacos e medicamentos de interesse da instituição e do país, a partir de três estratégias principais: engenharia reversa de medicamentos não protegidos por patentes, ou a expirar, e inovação radical e/ou incremental de novos fármacos e medicamentos a partir da química orgânica e medicinal.

O objetivo principal é a síntese de moléculas bioativas com potencial atividade contra malária, doença de Chagas, leishmaniose, tuberculose, câncer e AIDS.

Este departamento também possui uma estrutura denominada Serviço de Aumento de Escala, que tem como objetivo a reprodução dos processos que foram desenvolvidos em pequena escala nos laboratórios de Síntese de Fármacos e outros laboratórios, a fim de padronizar as diversas etapas dos processos e estabelecer parâmetros para viabilizar a produção de fármacos, intermediários químicos, produtos biológicos e fitoterápicos em larga escala. Paralelamente, busca-se a otimização técnica com economia das operações. Saiba mais

Departamento de Produtos Naturais

Farmanguinhos conta com uma importante estrutura de laboratórios voltados para atividades de Química de Produtos Naturais. Esses laboratórios têm como objetivos o desenvolvimento de fitoterápicos ou de fármacos a partir da biodiversidade brasileira, validação de espécies de plantas medicinais e validação de produtos de bioconversão.

Como produtos e oportunidades, as equipes apresentam extratos padronizados, ingredientes ativos, marcadores, plantas medicinais e fitoterápicos voltados, sobretudo, para o tratamento de doenças negligenciadas, hipertensão e câncer. Saiba mais

Departamento de Farmacologia

A Pesquisa é reforçada com os dois grandes laboratórios de Farmacologia Aplicada e Farmacologia Molecular. O laboratório de Farmacologia Aplicada tem como objetivo pesquisar e avaliar a eficácia de novos fármacos, de origem natural ou sintética, através de testes “in vitro” e “in vivo”, dando suporte ao Desenvolvimento Tecnológico e ao registro de novos medicamentos. Inflamação, alergia, imunorregulação, malária e tuberculose são os principais campos de atuação do laboratório.

O laboratório de Farmacologia Molecular foca em identificar compostos com atividade anti-proliferativa, indutores de apoptose, inibidores da migração de células tumorais, visando o desenvolvimento de novos fármacos e produtos tecnológicos para o tratamento de tumores sólidos, leucemias e doenças crônico-degenerativas.

Farmanguinhos também possui um Biotério de Experimentação, que desenvolve atividades de manutenção dos animais em experimentação nas etapas de pesquisa e desenvolvimento pré-clínico de novos fármacos e identificação de novos alvos terapêuticos. O biotério atua atendendo as necessidades dos pesquisadores e alunos não só na manutenção dos animais recebidos do Centro de Criação de Animais de Laboratórios – CECAL, mas também na assistência técnica dos ensaios in vivo. Dependendo do objetivo do experimento, o setor utiliza-se de várias cepas de animais, inclusive cepas transgênicas, ou seja, geneticamente modificadas.

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Departamento de Métodos Analíticos e Tecnológicos

O Departamento é constituído pelo Serviço de Métodos Analíticos (SMA), Laboratório de sistemas Farmacêuticos Avançados (LASIFA) e Laboratório de Farmacotécnica experimental. Este departamento tem por finalidade prestar suporte analítico para desenvolvimento e caracterização de insumos e formulações farmacêuticas com base em novas abordagens analíticas e de processamento.

O SMA tem como atividades o desenvolvimento de metodologias analíticas instrumentais, execução de análise instrumental e validação de métodos analíticos. Este setor participa da rede de plataformas da Fiocruz ligada ao programa de desenvolvimento tecnológico em insumos para saúde – PDTIS.

 O LASIFA é um laboratório voltado para o desenvolvimento e caracterização de insumos e formulações farmacêuticas com base em novas abordagens analíticas e de processamento. As linhas de pesquisa vinculadas ao laboratório são basicamente três: 1) sistemas avançados de liberação de fármacos, com foco em nanotecnologia farmacêutica; 2) materiais farmacêuticos, com foco em cristalização e cristalografia; 3) assuntos regulatórios e propriedade intelectual vinculados à tecnologia farmacêutica e ao desenvolvimento farmacêutico.

O Laboratório de Farmacotécnica Experimental desenvolve estudos preliminares de formulação e processos para o desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos de origem natural, sintética ou biossintética.

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Com foco na biodiversidade

Farmanguinhos/Fiocruz possui uma área que trabalha na inovação a partir da biodiversidade brasileira

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Simpósio internacional de Farmanguinhos discute inovação no setor farmacêutico

Além das palestras sobre pesquisa, desenvolvimento e Inovação tecnológica, o evento premiou os melhores trabalhos em diferentes categorias


 

Pesquisador Benjamin Gilbert e a vice-diretora Erika Martins de Carvalho (Foto: Alexandre Matos)

O público lotou a Tenda da Ciência Virgínia Schall, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, nos três dias do 4th International Symposium on Challenges and New Technologies in Drug Discovery & Pharmaceutical Production (Simpósio Internacional sobre Desafios e Novas Tecnologias na Descoberta de Fármacos e Produção Farmacêutica, em tradução livre). Em sua 4ª edição, o evento teve como objetivos a divulgação de novas tecnologias e a discussão de estratégias para o desenvolvimento e pesquisa de novos fármacos e medicamentos, bem como a produção farmacêutica.

 

Neste sentido, de 7 a 9 de novembro, pesquisadores do Brasil e do exterior debateram diferentes temas relacionados a ciência, tecnologia e inovação na indústria farmacêutica, apresentando experiências nas áreas de atuação. Arauto da Ciência e da Tecnologia, a instituição manteve sua missão de incentivar novos estudos, a partir do prêmio Benjamin Gilbert, para trabalhos de profissionais e alunos de pós-graduação apresentados em três áreas de atuação: Pesquisa, Desenvolvimento e Gestão. Além disso, houve também sessão de pôsteres e a premiação Cientista do Futuro, aos alunos de iniciação científica. Clique aqui e acesse a relação de trabalhos premiados.

Coordenador do Simpósio, André Sampaio destacou a abrangência que o evento vem tomando a cada edição (Foto: Viviane Oliveira)

A vice-diretora de Ensino, Pesquisa e Inovação, Erika Martins de Carvalho, ressaltou que o evento foi desenhado para atender a todas as etapas da cadeia produtiva. “Espero que o público presente possa interagir, dividir e compartilhar e fazer novas parcerias. Precisamos trabalhar em rede. Temos um grupo multidisciplinar e a proposta é trazer para o público desde a pesquisa básica e a aplicada, passando por produção, bem como a gestão, que é fundamental para acompanhar os projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico”, frisou. Erika fez questão de agradecer aos patrocinadores. “Neste momento difícil que estamos atravessando, faço um agradecimento especial a todos os patrocinadores. Sem o apoio deles não estaríamos aqui”, destacou.

Débora Patrícia Feitosa Medeiros, Nayara Araújo Cardoso e Ana Carolina Linhares Braga vieram da Universidade Federal do Ceará (Foto: Alexandre Matos)

O coordenador do Simpósio, André Sampaio, destacou a abrangência que o evento vem tomando a cada edição. “Neste momento em que a ciência brasileira passa por um momento tão difícil, ficamos muito honrados em ver pessoas fazendo um deslocamento tão grande para comparecer ao nosso evento. Muitos vieram de longe, do Piauí, por exemplo, e estou muito orgulhoso de ver o esforço que as pessoas fizeram para vir aqui”, frisou Sampaio.

Da região Nordeste vieram também as amigas Débora Patrícia Feitosa Medeiros, Ana Carolina Linhares Braga e Nayara Araújo Cardoso, mestrandas da Universidade Federal do Ceará. Elas apresentaram o trabalho que desenvolvem em conjunto. “O Simpósio representa uma oportunidade de apresentarmos o estudo com a moringa que realizamos na nossa universidade.  Estamos examinando os extratos da semente desta planta e avaliando os efeitos neurológicos e psicofarmacológicos que ela possa ter no Sistema Nervoso Central”, explicou Débora. “Além disso, o nome da Fiocruz por si só nos estimula a querer participar de um evento com pesquisadores de alto nível”, frisou a estudante.

A palestra de abertura foi proferida pelo britânico Andrew Farlow (Foto: Viviane Oliveira)

Saúde global em foco – A palestra de abertura do Simpósio foi a do britânico Andrew Farlow, professor da universidade de Oxford, que falou sobre a saúde como um desafio para a sociedade globalizada. Farlow apresentou dados sobre a evolução de determinadas enfermidades, principalmente as doenças negligenciadas, e introduziu uma importante discussão acerca da melhoria da saúde no âmbito mundial.

Uma das pesquisas que ele coordena levou em consideração aspectos sociais, econômicos e geográficos. O objetivo, segundo o pesquisador, foi contribuir para a melhoria da saúde global, de modo que os resultados possam sugerir as definições das prioridades para a construção de melhores e mais equitativos sistemas de saúde. De acordo com o especialista, a saúde global tem melhorado ao longo dos anos, mas há muitos desafios em todo o planeta. Um dos principais, aponta ele, é o elevado índice de desperdício de investimentos.

 

Eduardo Faveret falou sobre o uso medicinal da maconha (Foto: Viviane Oliveira)

Da cannabis às plataformas digitais – Ao longo dos três dias, o público, que lotou a Tenda da Ciência, foi agraciado com debates esclarecedores sobre diversos temas relacionados a ciência em saúde. Alguns ainda são considerados tabus para a sociedade, como o uso de Cannabis sativa para fins medicinais. O médico e pesquisador Eduardo Faveret explicou os benefícios clínicos que as substâncias encontradas na planta, popularmente chamada de maconha, têm proporcionado aos pacientes. Além do valor terapêutico, ele abordou aspectos legais, cultivo e a rede de parceiros que buscam a regulamentação da erva para uso medicinal no país.

 

Benjamin Gilbert é reverenciado pela plateia (Foto: Alexandre Matos)

Se falar sobre maconha ainda é considerado um tabu, por outro lado, a humanidade tem presenciado e participado de uma revolução tecnológica. Nesta era da informação, em que a tecnologia se tornou indispensável, é fundamental investir em conhecimento, sobretudo no setor farmacêutico, cujo mercado cresce vertiginosamente. Essa é a opinião do palestrante Marcos Cavalcanti, que proferiu palestra sobre como o gerenciamento estratégico de dados digitais tem mudado a inovação na indústria farmacêutica. Ele defendeu a conexão entre diferentes atores para alcançar a inovação.

Homenagem a Benjamin Gilbert – O pesquisador da Universidade de Genéve, da Suíça, Emerson Queiroz, fez questão de reverenciar o cientista Benjamin Gilbert. Um dos pioneiros em estudos de fitoterápicos no país, Gilbert é autor de vasta produção científica, material que serve de referência para estudos com vegetais. Não por acaso, o público aplaudiu de pé o britânico especialista em plantas medicinais, que vive no Brasil há mais de 50 anos investigando ações terapêuticas de elementos da biodiversidade brasileira. Atualmente, ele integra a equipe do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos (NGBS).

Outros temas – Outras palestras apontaram ainda para os desafios e as oportunidades na descoberta de novos tratamentos para doenças como o câncer.

 

 

 

Pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Vivian Rumjanek abordou os desafios e oportunidades na descoberta de drogas para câncer (Foto: Viviane Oliveira)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Davy Rapozo, médico e pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA), discorreu sobre o uso de biobancos como uma poderosa ferramenta para acelerar a descoberta de fármacos (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Especialista em espectroscopia e estrutura molecular, Luiz Fernando Cappa, professor na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), abordou o método Raman como ferramenta para determinação de estrutura para desenvolvimento de fármacos (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aplicação de técnicas espectroscópicas em estudos de interações químicas biológicas foi o tema abordado pela sérvia Ljubica Tasic, pesquisadora da Unicamp (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), Rafael Guido falou sobre biologia estrutural e estratégias de química medicinal na descoberta de candidatos a medicamentos contra malária e zika (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O vírus da Zika também foi tema discutido pelo médico e pesquisador da UFRJ, Rodrigo Brindeiro. Ele falou sobre o tratamento da doença a partir do uso de cloroquina, medicamento que já é utilizado na terapia antimalária (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O pesquisador Mateus Cardoso veio do Rio Grande do Sul para debater uma tecnologia fronteira no país: a nanotecnologia. Em sua palestra, o cientista explicou seu estudo com nanopartículas modificadas na superfície para futuras aplicações na medicina (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisador da Universidade de Genéve, na Suíça, Emerson Queiroz discorreu sobre as estratégias inovadoras para o isolamento eficiente de produtos naturais e descoberta de potenciais alvos terapêuticos a partir de plantas medicinais (Foto: Alexandre Matos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A partir da esquerda: o palestrante Emerson Queiroz, Maria Behrens (chefe do Departamento de Química de Produtos Naturais de Farmanguinhos), Leide Lene Coelho Ferreira (gerente de Fitoterápicos do Instituto Vital Brazil), Octavio Pontes (vice-presidente do Instituto Vital Brazil) e Luis Eduardo Ribeiro da Cunha (diretor industrial do Instituto Vital Brazil) / Foto: Alexandre Matos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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