Após a primeira remessa do dolutegravir, reunião consolida aliança estratégica
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Transmitida pelo canal da unidade no Youtube, Dr. Rui Ferreira fez um panorama da Química Medicinal no século XXI, mostrando sua evolução, desafios e perspectivas
No dia 09/03, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) promoveu a aula inaugural online, para dar início ao seu ano letivo. Ministrada pelo Dr. Rui Ferreira Alves Moreira, do Departamento de Ciências Farmacêuticas e do Medicamento da Universidade de Lisboa, a apresentação teve como tema a Química Medicinal no século XXI: onde está e para onde vai, exibindo um retrospecto da matéria e as suas perspectivas. O evento foi transmitido pelo canal da unidade no YouTube e contou com mais de 100 participantes.

A mesa de abertura foi composta pela coordenadora da área de Educação de Farmanguinhos, Mariana Souza, pela vice-diretora de Educação, Pesquisa e Inovação (VDEPI) da unidade, Núbia Boechat, pela pesquisadora e líder do Laboratório de Síntese de Fármacos (LASFAR) do Instituto, Mônica Bastos, pela Pró-reitora da Fundação, Eduarda Cesse, e pela vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Machado.
Mariana Souza abriu o evento avaliando o ano letivo anterior e apontando suas perspectivas para 2022.
“É um momento extremamente importante, onde realmente estamos olhando para os desafios que tivemos em 2021 e com a esperança do que encontraremos em 2022, apesar do cenário ainda ser muito incerto. Motivo de orgulho porque nós fomos além de Farmanguinhos. Nós passamos o muro da unidade e atuamos ativamente com os nossos colegas da Fiocruz, compartilhando e criando inovações pedagógicas e de gestão educacional. Esperamos que, em 2022, possamos continuar plantando as sementes e colhendo os frutos. Eu queria aproveitar e destacar uma conquista, que é a conclusão da primeira turma de Residência Multiprofissional em Tecnologias Aplicadas à Indústria Farmacêutica, agora em março. Nós, do Departamento de Educação, desejamos a todos um bom ano de 2022”, evidenciou.
Núbia Boechat agradeceu ao palestrante por ter aceitado o convite para ministrar a aula, apresentou os cursos ofertados por Farmanguinhos e destacou a relevância do tema.
“A aula inaugural de hoje contempla todos os cursos da unidade. Agradeço ao professor Rui pela disponibilidade de nos trazer esse tema tão importante, que é a Química Medicinal hoje e o que se espera para o futuro, pois temos uma grande quantidade de pessoas que trabalham nesta área em nosso Programa Acadêmico”, assinalou.
Eduarda Cesse reforçou a atuação da Fundação para oferecer condições seguras para os alunos e lembrá-los que o Centro de Apoio ao Discente (CAD) está à disposição para todos.
“É uma felicidade iniciar mais um ano com vocês. Estamos vivendo um momento de transição, devido à pandemia, que tem nos desafiado bastante. Agora, no novo cenário, estamos tentando organizar esse momento de início de ano letivo na Fiocruz, de tal forma que possamos oferecer condições aos alunos de estarem entre nós com segurança, já que estamos em um quadro muito melhor da pandemia. É muito importante lembrar que temos o CAD, que está de portas abertas para recebê-los e, em conjunto com vocês, estar atento às questões que trazem vulnerabilidade aos nossos alunos e tentar remi-las”, ressaltou.
Cristiani Machado ressaltou a atuação do Instituto no âmbito educacional e deixou um recado para os professores e alunos dos cursos da unidade.
“Farmanguinhos tem um trabalho fundamental para o Sistema Único de Saúde, é uma unidade da qual a Fiocruz se orgulha muito, como um laboratório de produção de medicamentos e que está atrelada à pesquisa, ao desenvolvimento, à inovação tecnológica e às atividades educacionais. A Educação está presente em todas as unidades da Fundação, inclusive nas que são produtoras, pois não só fabricamos medicamentos, como também formamos pessoas. É muito importante formar pessoas qualificadas nessa área, com tantos desafios e relevância estratégica para qualquer sistema de saúde do mundo e para o bem-estar da população. Sejam muito bem-vindos e aproveitem todo o potencial que Farmanguinhos tem para o desenvolvimento profissional de vocês. Contem conosco”, frisou.
O palestrante foi apresentado pela pesquisadora Mônica Bastos, que apresentou o currículo do convidado e destacou algumas de suas conquistas profissionais.

No início de sua apresentação, Dr. Rui abordou a diferença entre a Química Medicinal (Medicinal Chemistry) e a Biologia Química (Chemical Biology), mostrando os pontos divergentes e convergentes entre elas.
“Existe um contínuo entre as duas e isso já foi assumido pela Integração Europeia de Química Medicinal, que agora destinou Química Biológica ao seu nome. De fato, existe uma incorporação da biologia de uma maneira estruturada na química, mas com focos diferentes”, explicou.
Com relação as estratégias de identificação de hits, o convidado fez uma comparação entre a avaliação fenotípica e a avaliação baseada em alvos moleculares, além de dar exemplos de ensaios relevantes para descobrir novas moléculas e avanços em estudos clínicos, como Fulvestrant (Faslodex®) para o câncer, Lubiprostone (Amitiza®) para o tratamento gastrointestinal, Ranolazin (Ranexa®) para problemas cardiovasculares e Ridisplam para desordem neuromuscular. Dr. Rui também apresentou as tecnologias de identificação de alvos moleculares.
“Os aspectos de identificação de hits são apresentados em estudos de avaliação biológica, de média e alta cadência, em duas vias principais. A avaliação fenotípica, que olha a função em primeiro lugar, normalmente em célula, ou eventualmente em organismos, e depois realiza a convolação do mecanismo de ação. Em sentido oposto tem a análise baseada em alvos moleculares, cuja preocupação é logo identificar compostos com mecanismos de ação”, elucidou.

O palestrante também expôs as novas modalidades terapêuticas. Trata-se das moléculas quiméricas dirigidas a O palestrante também expôs as novas modalidades terapêuticas. Trata-se das moléculas quiméricas dirigidas a proteínas (Proteolysis-Targeting Chimaera), conhecidas como PROTACS. Elas podem ser utilizadas como novos agentes terapêuticos para a eliminação de proteínas envolvidas com patologias, como o câncer e doenças neurodegenerativas.
Por fim, Dr. Rui concluiu a aula fazendo um resumo de tudo o que foi dito durante o encontro. Em seguida, interagiu com o público e respondeu às perguntas encaminhadas pelos participantes no chat.
Clique aqui e confira a aula na íntegra.Aproveite para se inscrever no canal de Farmanguinhos no Youtube e ativar o sininho para receber as notificações de novos vídeos e atualizações dos conteúdos.
Fruto de desenvolvimento interno, a concentração desse importante medicamento contra a malária traz inovações incrementais para mercado farmacêutico e contribuirá para o tratamento da doença no Brasil
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) acaba de obter o registro da nova formulação do antimalárico Primaquina 5mg junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Fruto de desenvolvimento totalmente interno, o medicamento é considerado inovador por apresentar uma nova concentração no Brasil. Com essa chancela, além de ampliar o portfólio do Instituto, a iniciativa garantirá que a população tenha acesso ao tratamento completo da doença pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária (PNCM), que contempla Cloroquina, Artesunato+Mefloquina (ASMQ) e a Primaquina nas duas concentrações (5mg e 15mg), todos fabricados e distribuídos por Farmanguinhos.

Inovação – A Primaquina é uma molécula que já vem sendo utilizada no Brasil há mais de 60 anos. Inclusive, o produto já fez parte do portfólio institucional e comercializado por outros laboratórios. Com o avanço da ciência, o advento de novas tecnologias e as recentes alterações nas legislações, surgiu a necessidade de atribuir melhorias ao fármaco e ofertar um produto que gerasse melhor desempenho para o tratamento da patologia. Essa foi a motivação da servidora Juliana Johansson, responsável pelo Departamento de Gestão de Desenvolvimento Tecnológico da unidade, para se debruçar sobre o estudo de uma nova formulação como objeto da sua dissertação para o Mestrado Profissional em Gestão, Pesquisa e Desenvolvimento na Indústria Farmacêutica, oferecido por Farmanguinhos.
O trabalho teve como foco o aprimoramento do produto de Farmanguinhos na concentração de 15mg, que foi englobado pelo portfólio de projetos da instituição. Em paralelo, eram realizados estudos do desenvolvimento da concentração de 5mg, que não existia no mercado, mas era de interesse mundial para um tratamento mais adequado em determinados casos da enfermidade.
“A primaquina é um fármaco que de longa data é utilizado no protocolo de tratamento da malária. Ao longo dos anos, os requisitos de qualidade progridem e novas técnicas analíticas se tornam disponíveis, permitindo que sejam construídas estratégias para elevar a qualidade do medicamento. Essa é uma característica encantadora da ciência: as ferramentas tecnológicas evoluem e permitem que se amplie o entendimento sobre algo que, em um passado, considerava-se completamente conhecido. Isso possibilita que melhorias contínuas sejam estudadas e implementadas, sempre propiciando que se atinjam patamares superiores de qualidade. O resultado é entregar um produto que gere melhor desempenho do medicamento para o tratamento da patologia”, observa a farmacêutica.
Estratégia regulatória – Além de oferecer mais qualidade aos pacientes, a nova formulação atendeu a uma necessidade de ampliar a relação de medicamentos contra malária, tanto da OMS quanto do Ministério da Saúde.
Segundo a chefe de Assuntos Regulatórios da unidade, Soraya Mileti, a Primaquina é primordial no combate a essa doença negligenciada.
“É o único medicamento que trata a cepa vivax e a recidiva (recorrente), sem o qual não é possível eliminar a malária. Ou seja, possibilita a cura total. Mesmo sendo uma molécula antiga, a Primaquina tem uma relevância muito grande, tanto que consta no Guia da OMS. Trouxemos a inovação pela formulação e por uma necessidade regulatória para comparar a bioequivalência do produto. Com isso, vamos contribuir para o tratamento no Brasil e, futuramente, com a aprovação na OMS, no mundo”, observa.
Soraya explica que a conquista só foi viabilizada porque a Primaquina de 15 mg de Farmanguinhos já era referência no país.
“Foi um desafio obter esse registro, pois tínhamos que introduzir uma nova concentração no país de uma molécula que já é conhecida. A Primaquina não é inédita, mas a Anvisa reconheceu a inovação que Farmanguinhos trouxe e transformou nosso produto em um processo de medicamento novo. A estratégia foi tornar a nossa Primaquina de 15mg uma referência no Brasil (o que aconteceu em outubro de 2020) para que fosse feito um desenho de estudo de segurança e eficácia comparando as duas concentrações, procedimento este previsto na legislação brasileira. Assim, submetemos o registro em abril do ano passado e, no início deste mês, recebemos a aprovação”.
Com esse registro, o Programa Nacional de Controle de Malária (PNCM) completará o seu guia de tratamento da doença. Por vários anos a Pasta teve de comprar produtos importados e não qualificados pela OMS por meio do fundo rotatório como procedimento emergencial, sem comprovação de segurança e eficácia no país. No entanto, ultimamente nem os importados estes estavam disponíveis.
Referência no combate à malária – Farmanguinhos atua com uma série de iniciativas para enfrentamento da enfermidade. Um dos seus diferenciais é contar com grupos de pesquisa que elaboram novos estudos sobre o tema, trabalhando de forma integrada, desde a concepção de um medicamento até sua disponibilização no SUS.
Essa expertise torna a unidade um laboratório ímpar no Brasil, o que fornece o maior número de medicamentos para o Ministério da Saúde e referência da maioria dos que são indicados no Guia de Tratamento da Malária no Brasil, cuja finalidade é otimizar o trabalho dos profissionais de saúde e garantir a padronização dos procedimentos necessários para o tratamento da enfermidade. O documento apresenta todas as orientações relevantes sobre a indicação e uso dos antimaláricos preconizados no Brasil de acordo com a espécie parasitária, o grupo etário, a toxidade e o peso dos pacientes.
Atualmente, Farmanguinhos é referência no ASMQ e na Primaquina 15mg. A meta é que a concentração de 5mg também seja submetida à Anvisa e se torne modelo. Com isso, as empresas interessadas em registrar medicamentos genéricos ou similares deverão utilizar obrigatoriamente o produto do Instituto como parâmetro, seguindo seus critérios para realizar testes e estudos.
“Agora que conseguimos aprovar esses dois novos produtos, com segurança e eficácia, Farmanguinhos poderá fornecer todos os medicamentos que compõe o PNCM ao SUS: Cloroquina, Artesunato+Mefloquina (ASMQ) e Primaquina nas duas concentrações (5mg e 15mg). Além disso, estamos aptos a ofertar também o produto para o tratamento da malária em outros países, bem como se torne referência para os laboratórios oficiais”, assinala Soraya Mileti.
Panorama endêmico no Brasil – A malária é considerada um grave problema de saúde pública no mundo, sendo uma das doenças de maior impacto na morbidade e na mortalidade da população dos países situados nas regiões tropicais e subtropicais do planeta. De acordo com a OMS, 229 milhões de novos casos da doença foram notificados no mundo em 2019, resultando em mais de 409 mil óbitos.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou um total de 145.188 casos da doença no ano passado, sendo endêmica na região amazônica (composta pelos sete estados da Região Norte, além do Maranhão e Mato Grosso).
A produção de medicamentos com qualidade, segurança e eficácia é fundamental para atender às demandas nacionais e internacionais, com o objetivo de subsidiar a assistência farmacêutica no âmbito da saúde pública. Deste modo, seja por meio da pesquisa de novas formulações terapêuticas ou da produção de medicamentos essenciais para o tratamento dessa doença negligenciada, Farmanguinhos tem cumprido seu papel estratégico para o país, destacando-se como o maior laboratório público nacional e contribuindo ao longo dos anos para a saúde pública no Brasil.
Os cinco profissionais participaram do evento de boas-vindas do curso, onde puderam conhecer a instituição e a dinâmica da especialidade
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) recebeu os cinco alunos que ingressaram na Unidade para a segunda turma da Residência Multiprofissional em Tecnologias Aplicadas à Indústria Farmacêutica (ResidTAIF). Catarina Caetano, Emanuelly Tameirão, Nathália Campos, Lucas Magalhães e Lucas Porto participaram do evento de boas-vindas do curso, realizado no dia 7/03, no Prédio 20 do CTM. No encontro, puderam conhecer a instituição, o escopo da Residência, bem como as áreas da Qualidade, Produção e Desenvolvimento Tecnológico, nas quais atuarão e aprofundarão seus conhecimentos ao longo de dois anos.

Como início da programação, os estudantes foram acolhidos pelo coordenador da ResidTAIF, Eduardo Sousa, e pela coordenadora adjunta, Alessandra Viçosa. Além de uma apresentação institucional, Sousa explicou a proposta, a ementa, a grade e a dinâmica do curso, esta última é considerada o grande diferencial das demais residências ofertadas.
“A Residência é uma estratégia de ensino e aprendizagem. O curso é 80% de prática e 20% de teoria. As aulas teóricas serão ministradas pelos profissionais da unidade e convidados. Na prática, vocês terão a chance de se aprofundarem nas rotinas dos setores do Instituto durante toda a cadeia produtiva, passando em diversos departamentos de Farmanguinhos, em regime de dedicação exclusiva sob supervisão docente-assistencial. Ao final, deverão escolher o setor de maior interesse para realizarem o Trabalho de Conclusão de Curso”, destacou.

Em seguida, representantes das áreas envolvidas na residência apresentaram seus setores. A Vice-diretoria de Operações e Produção (VDOP) foi representada por Beatriz Silva, chefe da Produção. A Coordenação de Desenvolvimento (CDT) foi evidenciada pela coordenadora da Divisão de Gestão de Desenvolvimento Tecnológico, Juliana Johansson, e pelos colaboradores Thiago Costa, do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), Diogo Dibo, do Laboratório Desenvolvimento e Validação Analítica (LDVA) e Altivo Pitaluga, do Laboratório de Estudos do Estado Sólido (LEES). O encontro foi finalizado pelo vice-diretor de Gestão da Qualidade (VDGQ), Rodrigo Fonseca, que acompanhou os alunos para conhecerem as áreas da Qualidade.

Pioneira no Brasil – Aprovada recentemente pelo Ministério da Educação (MEC), a Residência Multiprofissional de Farmanguinhos é a primeira do Brasil com um escopo voltado para formação intensiva de profissionais para atuação na área de insumos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em março de 2020, cinco alunas ingressaram na primeira turma destinada a recém-graduados em Farmácia, Medicina Veterinária e Biologia, possibilitando a interação com as diversas áreas que envolvem a cadeia farmacêutica.
Após dois anos do lançamento da Residência, Eduardo Sousa avaliou o curso, divulgou os resultados e apontou suas perspectivas a respeito da nova turma.
“O início da primeira turma, em 2020, nos trouxe dois enormes desafios: iniciar um curso inédito no Brasil e enfrentar a pandemia de Covid-19. Não foi fácil, mas insistimos e conseguimos. Foram dois anos de muito trabalho e parcerias. A turma anterior foi composta por cinco jovens mulheres cheias de amor pelo SUS e de vontade de aprender a atuar na Indústria Farmacêutica pública. Foi a turma piloto. Aprendemos muito uns com os outros. Três das residentes foram efetivadas em Farmanguinhos. A Maria Luiza, como bolsista Fiotec do LDVA (CDT), e a Mylla e Dandara como analistas da Qualidade, no Departamento de Controle de Qualidade da VDGQ. Agora, a minha expectativa é ainda maior do que a da turma anterior. Selecionamos mais uma vez pessoas recém-formadas, com excelentes formações, e com muito desejo de aprender e colaborar com Farmanguinhos, com a Fiocruz e com o SUS”, ressaltou.
Residentes da segunda turma
Conheça, abaixo, os cinco alunos que compõe a segunda turma da ResidTAIF:

Catarina Fumagali Caetano
Formação: Farmácia/Universidade Federal de Mato Grosso
Motivação para fazer a Residência: Oportunidade de trabalhar de forma integrada com profissionais de várias áreas e setores dentro da indústria farmacêutica, fazendo parte de uma instituição pública de saúde.
“Busco adquirir conhecimentos dentro do setor produtivo do SUS e ainda aprimorar os conhecimentos sobre legislações farmacêuticas, dando-me condições de formalizar e ampliar minhas competências como profissional farmacêutica industrial”.

Emanuelly Tameirão
Formação: Medicina Veterinária/ Universidade Federal de Lavras (MG)
Motivação para fazer a Residência: Aprender ainda mais sobre Farmacologia através da perspectiva farmacêutica.
“Estou com muitas expectativas quanto a possibilidade de crescer e acrescentar à saúde pública dentro da minha profissão”.

Nathália Campos
Formação: Farmácia/Universidade Celso Lisboa (RJ)
Motivação para fazer a Residência: A possibilidade de conhecer e vivenciar outras áreas e ampliar os conhecimentos sobre a indústria farmacêutica.
“Acredito que o programa de Residência me torne uma profissional farmacêutica mais qualificada e com uma visão ampla sobre os processos industriais até o fornecimento desses medicamentos de qualidade para o SUS”.

Lucas Magalhães
Formação: Ciências Biológicas – Microbiologia e Imunologia/Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Motivação para fazer a Residência: Oportunidade de trabalhar e estudar numas das mais importantes instituições de saúde/educação do Brasil.
“As minhas expectativas sobre a residência são as mais altas possíveis. Pretendo extrair o máximo de conhecimento de cada área que teremos a oportunidade de passar, me tornando um profissional qualificado e pronto para qualquer desafio”.

Lucas Porto
Formação: Biotecnologia/Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Motivação para fazer a Residência: Conhecer a rotina da indústria farmacêutica
“Um dos meus maiores sonhos era trabalhar na Fiocruz. A Residência foi o programa perfeito para eu iniciar nessa instituição enquanto profissional recém-formado. Acredito que todo o aprendizado durante esses dois anos de residência será extremamente relevante para o meu crescimento profissional e pessoal. Servir ao Sistema Único de Saúde é uma honra, e pretendo construir minha carreira na Fiocruz”.
O periódico científico editado pelo CIBS lança um número temático sobre Bioprospecção
A Revista Fitos acaba de lançar um novo número temático. Editado pelo Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde (CIBS) de Farmanguinhos, o número contempla artigos que abordam como transformar os recursos naturais em ganhos econômicos, a fim de alavancar o desenvolvimento científico e tecnológico e agregar valor aos bens e serviços provenientes da biodiversidade brasileira.
Neste sentido, o leitor poderá conferir temas que abordam a utilização das plantas medicinais, conhecimento e o estabelecimento de programas de bioprospecção no mundo.
Confira, abaixo, a edição.






